PLANO INTERNO DE RADIOCOMUNICAÇÕES DE EMERGÊNCIA | PIRE 2023

A história tem demonstrado a utilidade das radiocomunicações cidadãs (de uso livre de taxas e licenças) e, redes privativas ou, de amador,  na ponte de comunicação entre cidadãos para coordenação da entreajuda face a situações de emergência, bem como para a ponte de comunicação entre cidadãos a necessitar de auxilio/socorro e os serviços de emergência face a situações de acidente grave ou catástrofe, geralmente assegurada por radioperadores junto desses cidadãos carecidos de ajuda e que estabelecem a ligação com outros radioperadores geograficamente próximos ou mesmo nas centrais dos serviços de emergência e proteção civil.

Este plano simplificado objetiva facilitar a comunicação local entre os membros da APROSOC, bem como com os seus familiares e amigos detentores de equipamentos de radiocomunicações, facilitando também a comunicação de rendez-vous e operação entre voluntários de proteção civil da APROSOC em teatros de operações.

Tipos de utilizadores de radiocomunicações no Plano

  1.  Os supervisores auxiliam os Associados da APROSOC interessados em radiocomunicações,  assegurando nomeadamente o apoio à iniciação, a avaliação de competências pré-existentes e  se caso disso disponibilizando a formação e treino necessário, bem como a informação e verificação da conformidade e adequação técnica dos equipamentos para os fins pretendidos pela APROSOC, a radiocomunicação local alternativa de emergência.
  2. Os radioperadores especialistas beneficiam após formação ou demonstração de competências pré-existentes e verificação da conformidade técnica e adequação dos seus equipamentos, a realizar por supervisor nomeado para o efeito que ateste a adequação dos equipamentos de radiocomunicações e competências para o efeito e que fará figurar na lista de estações de radiocomunicações da APROSOC os  especialistas de operação em radiocomunicações em conformidade e que por isso recebem o prefixo “RAIO” complementado  com o sufixo correspondente ao número de Associado;
  3. Os Associados da APROSOC radioperadores não especializados  beneficiam da ajuda dos radioperadores especialistas da APROSOC, tendo direito ao uso do prefixo “APROSOC” e como sufixo o correspondente número de Associado.

Todos os radioperadores da APROSOC podem REGISTAR-SE AQUI

Recursos técnicos

Para operacionalização das radiocomunicações de emergência, recorreremos às seguintes redes:

PRIMÁRIO 

PMR (professional mobile radio)Rede Privativa
Em canal 1, exceto indicação para recurso a outro canal, podendo ser utilizados para ligação entre estações móveis e estações portáteis, estações móveis e estações móveis ou, estações portáteis e estações portáteis, podendo em estado de necessidade incluir estações base ou de campanha. Durante a vigência de estados de alerta especial de nível laranja ou vermelho o equipamento da rede privativa deve permanecer ligado.

PMR446 (personal mobile radio 446MHz)
Escuta e chamada em canal 7 (446.08125 MHz) com CTCSS 85.4Hz, devendo face a estados de alerta especial de nível laranja ou vermelho ser mantida escuta tendencialmente permanente nesse canal para operação somente entre equipamentos compatíveis, portáteis (de mão).

RADIOAMADOR (habilitado com certificado de amador nacional  emitido pela ANACOM)
Porque existem radioamadores na APROSOC, sem prejuízo do recurso a outras frequências de radioamador, elegeu-se em 2019 como frequência de encontro tendencial na banda de VHF alto, do Serviço de Amador, 145.3875MHz, ou em HF, a frequência de 29.180MHz, no modo de FM estreito (NFM), ou seja, com espaçamento entre canais a 12,5KHz e desvio de modulação não superior a 2,5KHz de modo a não interferir nos canais adjacentes.

SECUNDÁRIO

DMR446 (digital mobile radio 446MHz)
Escuta e chamada em canal D9 (446.10625 MHz) TG1 Color Code 1, ID1 e operação tendencial nesse canal ou em qualquer canal livre, somente em operações especiais e entre equipamentos compatíveis, portáteis (de mão).

CB (citizens band) Banda do Cidadão
Escuta tendencialmente permanente e chamada face a estados de alerta especial de nível laranja ou vermelho e operação em teatro de operações em canal 9 (27.065MHz) entre veículos  (estações móveis) e estações base, veículos e  outros veículos, estações base com outras estações base (fixas em edifícios).

A existência de equipamentos que não cumpram as normas legais deve estar reservada em exclusivo a «estados de necessidade», não sendo a sua deteção sancionável desde que não sejam usados para diferente fim. O seu uso só é desculpável nos termos do Artigo 35 do código penal face a «estado de necessidade», por exemplo: quando a comunicação realizada com recursos a esse equipamento possibilite salvar vidas ou bens e, tal não seja possível com recurso a outro meio de comunicação lícito em tempo expectavelmente útil.

Memória descritiva do logótipo de REDE RAIO
A águia simboliza os “altos voos” das ondas eletromagnéticas que se propagam  na atmosfera, com olhos focados em alvos locais e, que segura em cada uma das patas respetivamente numa um raio verde alusivo à receção e, na outra, um raio vermelho alusivo à emissão. Sobre a cabeça da águia, um anel preto que representa os limites legais e, três trapézios triangularmente posicionados. que simbolizam competências acrescidas de preparação e sobrevivencialismo no âmbito das radiocomunicações alternativas, para além do que os serviços de emergência e proteção civil representados no triângulo interior, são capazes de disponibilizar aos cidadãos.
O anel preto que circunda o exterior com exceção das asas dele saídas em representação dos estados de necessidade e regimes de exceção, representa uma vez mais o balizamento da legalidade. As cinco quinas em ambos os lados do anel, aludem aos valores históricos da nação sem prejuízo do  significado na sua génese. Na parte superior do anel a frase que identifica a atividade desenvolvida “RADIOCOMUNICAÇÕES DE EMERGÊNCIA”  e na parte inferior o desejo formulado de “QUE POR FALTA DE TELECOMUNICAÇÕES NENHUMA VIDA DEIXE DE SER SALVA”.

Entrada em vigor: 1 de Janeiro de 2023

RECOMENDAÇÕES  SOBRE MOBILIZAÇÃO DE ESTAÇÕES MÓVEIS SIRESP, TELECOMUNICAÇÕES E RADIOMADORES E/OU RADIOPERADORES PARA TEATROS DE OPERAÇÕES

Sempre que se prevê a especial complexidade de um Teatro de Operações, seja pelo número de recursos humanos e meios técnicos envolvidos ou expectáveis, a trajetória do incêndio poder atingir infraestruturas e cabos de telecomunicações ou, a cobertura da rede seja insuficiente, devem ser mobilizadas estações móveis retransmissoras a colocar em local que possibilite assegurar tanto a capacidade de tráfego quanto a cobertura adequada, ao invés de serem colocadas no local em frente às camaras televisivas.

Nas situações acima, devem também ser mobilizadas as organizações de voluntariado de proteção civil com competência em apoio às radiocomunicações de emergência, bem como as Associações de radioamadores e/ou radioperadores que tenham essa competência operacional, de modo  a que, em caso de falha das redes de telecomunicações, possam assegurar as comunicações entre as pessoas afetadas e seus familiares ou mesmo com os serviços de emergência. Para o efeito, deve existir um ou mais radioperadores com estes meios de radiocomunicação alternativa junto ao posto de comando e outros serviços essenciais, um ou mais em local estrategicamente elevado fora da zona de risco mas que tenha cobertura para todo o teatro de operações, e outros junto das populações afetadas.

Se possível devem igualmente solicitar-se aos operadores de telecomunicações móveis terrestres, a deslocação das suas estações retransmissoras móveis.

A mobilização destes meios somente quando as telecomunicações falham é um erro de principiante, inadmissível e notório de uma incomensurável ignorância, já que, se acionados após a falha, os meios têm um tempo de deslocação e, entretanto populações e operacionais estão privados de telecomunicações e radiocomunicações.

 

SEM REDE

5 anos passaram desde a tragédia de junho de 2017 e, muitas zonas que então não tinham rede de telemóvel continuam a não ter, outras felizmente passaram a ter.

Ajude-nos a compreender o que mudou desde então, informe-nos dos casos de que seja testemunha em que continua a não haver rede fora dos edifícios e dos casos onde passou a haver rede. Indique-nos por favor a localidade em causa.

Pode informar-nos em resposta a este artigo na zona de comentários, pelo e-mail: [email protected], ou por telegram ou WhatsApp 910 910 112.

O objetivo deste apelo é instar o poder político instituído a exercer sobre os operadores de telecomunicações as ações conducentes à resolução dos problemas identificados, não estamos a prometer nada para além de que faremos a nossa parte.

Ficamos muito gratos pela atenção e tempos dispensado,

APROSOC

Interferências prejudiciais pelo sistema CONVEL (EBICAB 700), ANACOM continua inoperante

O componente atualmente utilizado para a telealimentação das balizas do sistema CONVEL (EBICAB 700) da ferrovia em Portugal, que utiliza a frequência 27,115 MHz, não está conforme as disposições regulamentares em vigor e standards europeus, no que respeita à compatibilidade eletromagnética (EMC).

Para além do sinal na frequência fundamental de 27,115 MHz que é recebido a vários quilómetros de distância da linha férrea, são também recebidas várias harmónicas na banda do serviço de amador dos 28/29 MHz nas imediações da linha férrea, conforme se anexa, inutilizando várias frequências em serviços rádio com direito a proteção radioelétrica.

Foram efetuadas diversas observações não só na instalação fixa do serviço de amador e amador por satélite do reclamante, mas também em diversos locais do país, sempre com o mesmo resultado.

Não se conhece à data qualquer informação pública e/ou dirigida a algum cliente em particular dando conta de ações de fiscalização por parte da ANACOM no sentido da resolução destas interferências prejudiciais, pese o facto de este assunto já ser conhecido por essa Autoridade há bastante tempo.

Note-se ainda que estas interferências prejudiciais impedem o uso devido do canal 9 (destinado a comunicações de socorro, urgência e segurança) do Serviço Rádio Pessoal Banda do Cidadão (CB), pois uma das harmónicas geradas pelo equipamento de telealimentação coincide com a frequência desse canal (27,065 MHz).

Lista de frequências afetadas pelas interferências prejudiciais do sistema CONVEL (EBICAB 700):

>> Serviço de Amador e Amador por Satélite (SAAS) – Banda dos 28 MHz (10 metros):
– 28015 kHz
– 28065 kHz
– 28115 kHz
– 28165 kHz
– 28215 kHz
– 28265 kHz
– 28315 kHz
– 28365 kHz
– 28415 kHz
– 28465 kHz
– 28515 kHz
– 28565 kHz
– 28615 kHz
– 28665 kHz
– 28715 kHz
– 28765 kHz
– 28815 kHz
– 28865 kHz
– 28915 kHz
– 28965 kHz
– 29015 kHz
– 29065 kHz
– 29115 kHz
– 29165 kHz
– 29215 kHz
– 29265 kHz
– 29315 kHz
– 29365 kHz
– 29415 kHz
– 29465 kHz
– 29515 kHz
– 29565 kHz
– 29615 kHz
– 29665 kHz

>> Serviço Rádio Pessoal Banda do Cidadão (CB):
– 26965 kHz (canal 1)
– 27015 kHz (canal 5)
– 27065 kHz (canal 9)
– 27115 kHz (canal 13)
– 27165 kHz (canal 17)
– 27215 kHz (canal 21)
– 27265 kHz (canal 26)
– 27315 kHz (canal 31)
– 27365 kHz (canal 36)

Documentação relevante:
– ETSI EN 302 608
– UNISIG ERTMS/ETCS SUBSET-036 (FFFIS for Eurobalise)
– 2012/88/UE: Decisão da Comissão, de 25 de janeiro de 2012

 

Redes rádio digitais em emergência

A APROSOC testou ao longo de mais de duas décadas redes nos sistemas “DMR, TETRA, NXD e IDAS”, tendo concluído que com ou sem infraestruturas não têm aplicabilidade proficiente para comunicações de emergência em movimento, motivo pelo qual esta Associação apesar de possuir equipamentos digitais, os tem a funcionar em modo analógico.

De um modo geral todos os fabricantes anunciam maior sensibilidade de recepção em modo digital comparativamente com o modo analógico, o que não referem é a incacidade de restabelecimento imediato do sincronismo após corte.

Existem vários mitos urbanos em torno dos modos digitais, o que que supera o modo analógico em movimento é um desses mitos que não passa disso mesmo, um mito em que muitos creem, em especial os que nunca tiveram de usar esses meios em teatros de operações.

Nada há, contudo, a apontar aos modos digitais para ligação ponto a ponto fixo, exceto talvez a falta de fiabilidade do áudio.

Quanto ao facto de uma outra Associação ter adquirido recentemente uma rede DMR (digital mobile radio), a rede já existia e era detida por um membro dessa Associação tendo por várias vezes sido testada pela APROSOC, constatando-se sempre falhas graves de sincronismo na rede. Compreendemos que quem nunca experienciou a exigência de um teatro real de operações creia em redes digitais e outros milagres do mundo virtual, contudo, a realidade desaconselha até mesmo sistemas baseados em infraestruturas, por mais autonomia de baterias que tenham, já que o que não está na mão do homem no momento o homem não controla a todo o tempo.  

A emergência não se coaduna com a incerteza de quando se está a pressionar o botão de emissão e a luz de emissão acende, não se saber se efetivamente a emissão está a sair no retransmissor ou se, ficou inibida pelo circuito inibidor de transmissão com canal ocupado, como ocorre por exemplo numa rede de uma Associação de Proteção Civil detentora de vários retransmissores DMR na região de Lisboa.

Canal 9 na Banda do Cidadão e as falsas redes de comunicações de emergência

Outrora um canal monitorizado por inúmeras entidades de resposta à emergência, é na atualidade nos termos legais: “Canal de socorro, urgência e segurança – a frequência 27,065 MHz (canal 9) deve ser utilizada somente para o estabelecimento de comunicações de socorro, urgência e segurança.”, sendo o único canal de radiocomunicações de uso livre destinado a tal fim e que, possibilita legalmente o contacto entre serviços de proteção civil detentores de equipamentos CB em viaturas de comunicações e nas suas centrais de comunicações.

Ainda que não exista resposta por parte dos serviços de proteção civil, o canal 9 é uma referência para todos os utilizadores de rádios da banda do cidadão como ponto de encontro em caso de emergência, com especial importante para as comunicações locais de emergência, seja entre comuns cidadãos, seja na ligação com os voluntários das unidades locais de proteção civil ou das organizações de voluntariado de proteção civil.

A banda do cidadão será considerada na revisão em curso do Plano Nacional de Emergência de Proteção Civil, não como forma de contacto entre os cidadãos e os serviços de emergência, mas pela importância que tem na possibilidade de comunicação entre os cidadãos a necessitar de auxilio e as organizações de voluntariado de proteção civil legalmente reconhecidas para apoio às radiocomunicações de emergência, essas sim com funções delegadas de assegurar a ponte entre esses cidadãos e os serviços de emergência, sem prejuízo de diferentes planeamentos de âmbito municipal, local ou especial.

Não existe nenhum “plano 3-3-3” em qualquer diploma legal para fins de emergência, não existe o reconhecimento por parte de qualquer organismo público sobre a organização “macanudos.org”, nem existem quaisquer competências instaladas naquela pseudo organização que credibilizem o plano 3-3-3 como uma rede de comunicações de emergência onde se promove a “radioparolice” em detrimento dos procedimentos radiotelefónicos. Cada um crê no que entende, houve até quem defendesse que a Terra era plana, contudo toda a ignorância que sustenta o plano 3-3-3 é só por si grave devido ao facto de que pode ser lesiva de vítimas em perigo, fazendo-as crer numa “realidade” virtual.   É atenta a estes factos que a APROSOC continua a convidar os seus Associados que sejam adeptos da organização “macanudos.org” a apresentar a sua demissão nesta Associação, já que não é possível por um lado ser membro de uma organização de proteção civil e, por outro, ser simpatizante de uma organização que promove falsas redes de comunicações de emergência sem validação do conceito por qualquer especialista, técnico ou entidade credível. Será até mais fácil obter resposta no canal 34 LSB a um pedido de ajuda a qualquer hora, do que nos períodos indicados pelo plano 3-3-3, sendo que a ausência de procedimentos radiotelefónicos tanto se constata no canal 3 quanto no 34.

 

APROSOC ajuda a combater a ocupação errática do espectro radioelétrico

Nesta semana um elemento da APROSOC detetou num grande estabelecimento comercial de produtos asiáticos em Cascais, o uso indevido de radiotelefones de UHF a funcionar em frequência sujeita a licença, mas não licenciados para o efeito e a provocar interferências em utilizadores devidamente licenciados. Procedeu assim o membro da APROSOC à abordagem pedagógica do operador económico que após informado da infração e transtornos causados pelo uso da frequência em causa e da ilegalidade do uso dos equipamentos em causa, procedeu à suspensão do uso dos mesmos.

Compreendendo-se a necessidade do operador económico dispor de meios de radiocomunicações para continuar a responder à necessidade de radiocomunicação no espaço comercial que explora, foi recomendado que passasse a usar equipamentos da norma PMR446, ao que prontamente o operador económico aderiu e agradeceu o aconselhamento.

Não competindo à APROSOC a fiscalização radioelétrica, a todos os cidadãos e organização compete no âmbitos dos deveres de cidadania, contribuir para uma sociedade mais harmoniosa com as regras de boa coabitação do espaço radioelétrico, não se eximindo esta Associação desse dever cívico.

CÓDIGO Q – QSY QNY

•QSY – Devo mudar de frequência / canal? •QNY – Mude de frequência / canal  ou, mude para a frequência / canal _______ •

QSY é uma questão e QNY é uma resposta.

Nas comunicações de emergência tenha sempre presente que o seu interlocutor pode não dominar este ou outros códigos que você domine.

Por outro lado, o significado de cada código Q pode variar ligeiramente em função do serviço, por exemplo entre o serviço aeronáutico e o serviço marítimo, ou mesmo na génese deste código para uso em telegrafia (código Morse). Tenha sempre presente que se trata de uma adaptação para CB.

Bombeiros podem vir a ser responsabilizados por constrangimentos às comunicações provocados por rádios ilegais

Com os devido respeito que nos merecem todos os bombeiros…

A autoridade nacional de comunicações (ANACOM), a própria autoridade nacional de emergência e proteção civil (ANEPC), bem como a autoridade de segurança alimentar e económica (ASAE), que chegou a ser presidida pelo atual presidente da liga de bombeiros portugueses (LBP) (e que na qualidade de presidente da ASAE chegou a ordenar a apreensão de equipamentos de e radiocomunicações em inconformidade técnica destinados a bombeiros, os VERTEX VX160 versão EUA importados pela empresa CARTIL), tem feito vista grossa ao uso de rádios ilegais por bombeiros entre outros. Rádios estes que a própria ANACOM conhece o facto de gerarem radiações não essenciais e que, a comunidade técnica de radiocomunicações sabe que prejudica as próprias comunicações de bombeiros e outros serviços devido ao facto de quando emitem numa frequência, emitirem simultaneamente radiações não essenciais em muitas outras frequências.

Um acidente gerado ou potenciado por este tipo de equipamentos é face à massificação da sua distribuição uma inevitabilidade, bem como a respetiva responsabilização criminal daqueles que crêem início o uso de Taís equipamentos cuja sua certificação mesmo para o serviço de amador foi revogada em inúmeros países do mundo.

A importação só não foi proibida pelo facto dos radioamadores os poderem usar e modificar para fins de investigação tecnológica, estando está massificação de distribuição desta “pandemia” radioelétrica totalmente fora do controlo de fronteiras aduaneiras.