Arquivo em Fevereiro 28, 2022

Artigo de opinião: Sobrevivencialismo

Face ao caos social as pilhagens, furtos e roubos são um fenómeno que vai desde o efeito de contágio também conhecido como efeito manada, até ao ato isolado por desespero na luta pela vida, importa por isso que cada família esteja preparada e faça as suas reservas para não depender de terceiros durante pelo menos 3 meses. Esta preparação inclui não só alimentos como produtos de higiene (por exemplo sabão azul e branco resolve quase todas as necessidades de higiene corporal e da roupa), água para higiene e água para consumo e formas de a purificar, combustíveis e energia elétrica (pondere painéis solares / geradores e combustível) para equipamentos essenciais, fontes de luz alternativa, agasalhos, abrigo alternativo, sem esquecer a saúde e primeiros socorros, fonte de fogo e defesa pessoal (este último assunto não é a nossa praia por isso não gostamos de falar dele).

Todos têm o direito de não se interessar por estes assuntos, de não querer saber, é legítimo, mas essas pessoas têm de se compreender que quando tais situações ocorrem os cidadãos preparados, vulgos sobrevivencialistas, têm o direito de se defender e defender o que é seu, ainda que isso implique defender a sua horta daqueles que não cultivam, mas nessas situações querem colher o fruto do trabalho alheio.

Muitas pessoas já vivem permanentemente no caos social, por exemplo as pessoas em condição de sem abrigo que já são quotidianamente sobreviventes e que no caos social deixam de receber apoios das instituições, ou outras que por exemplo se dediquem ao crime e, essas, incapazes de se preparar porque falta de recursos e/ou por serem mais facilmente alvo de furtos ou roubos, têm os cidadãos em melhor condição económica como alvos em caso de desespero, motivo pelo qual um simples alarme que até deixará de funcionar ao fim de alguns dias após a falha de energia elétrica ou mesmo uma simples janelas com estores não constituem um obstáculo a que invadam a sua habitação.

Em minha opinião nunca é demais estar preparado, porque, se for necessário aumenta a probabilidade de sobrevivência e, se não for necessário serviu de treino, até para os membros mais novos da família que assim ficam também eles mais sensibilizados para o sobrevivencialismo que pode em situações futuras fazer a diferença entre sobreviver ou não.

Esteja preparado para o pior desejando sempre viver o melhor, porque nenhum sobrevivencialistas deseja o caos social ou um desastre, mas sim a paz, a abundância e a felicidade.

A propósito, se tiver de abandonar a casa para onde vai?! Como consegue lá chegar?!

Pense nisto!

João Paulo Saraiva

Potênciais burlas em nome do apoio à Ucrânia

Estão a surgir nas redes sociais apelos a bens para a Ucrânia, nomeadamente equipamentos de radiocomunicações, sendo que alguns desses apelos chegam por parte de pessoas de índole duvidosa. Neste contexto, não procurando demover os cidadãos portugueses da solidariedade que tão lhe é peculiar, recomenda-se que só sejam entregues bem a organizações que publiquem as listagens dos bens recebidos e, façam prova da entrega, através de guia assinada, nas embaixadas ou consulados daqueles países que, devem assinar e carimbar as respetivas guias de entrega, sob pena de tais bens nunca chegarem ao país necessitado.
O povo português é solidário por natureza, contudo, ainda tem presente o que se passou em Pedrogão Grande, sendo prudente exigir mais transparência em todo o processo.
Em alternativa os cidadão solidários podem fazer chegar diretamente esses bens às embaixadas e consulados daquele país, tanto em Portugal como nos países mais próximos da Ucrânia e membros da União Europeia, devendo indicar expressamente os fins a que se destinam os equipamentos, por exemplo:
Обладнання радіозв’язку для підтримки військової мережі (Equipamento de rádio comunicações para apoio à rede militar).

Embaixada da Ucrânia em Lisboa – Portugal
Av. das Descobertas 18, 1400-092 Lisboa
Telefone: 21 301 0058

Seja efetivamente solidário.

Famílias Rádio Prevenidas para Emergências

A guerra na Ucrânia veio uma vez mais demonstrar a importância das famílias conseguirem manter a comunicação mesmo quando privadas de acesso às telecomunicações de acesso público e, há muito uma pequena parte das populações reconhece a utilidade das radiocomunicações cidadãs (CB – citizens band | PMR446 personal mobile radio), ou mesmo de radioamador para o efeito, existindo mesmo famílias sobrevivencialistas ou preparacionistas que fazem exame de radioamador com esse objetivo e, embora estas últimas sejam mais raras, até em Portugal existem, um desses exemplos é uma família de Almada, em que todos os membros da família são radioamadores, o marido, a mulher e até os filhos.

No mundo moderno as sociedades habituaram-se aos telemóveis e à internet, perdendo-se os hábitos de existência de pontos de encontro combinados para situações diversas, tal situação possibilita que familiares se desencontrem por vezes a escassas dezenas ou centenas de metros.
Tão importante quanto as reservas alimentares, de medicamentos, de produtos de higiene, de produtos de primeiros socorros e o conhecimento do seu correto uso, os meios de radiocomunicações são igualmente essenciais à sobrevivência.

Cada membro da família equipado e treinado é menos um potencial problema e mais uma potencial parte da solução.

Esteja preparado.

Em que pode a “Guerra” da Rússia contra a Ucrânia afetar Portugal?

Portugal, como membro da NATO, está desde hoje mais propenso a ciberataques da Rússia, podendo ser afetados serviços de telecomunicações e, com eles os serviços de pagamento eletrónico ou mesmo o levantamento de dinheiro em terminais multibanco numa fase em que a maioria dos bancos reduziram drasticamente o número de funcionários e o atendimento presencial foi substituído pelas operações eletrónicas.
 
Também alguns produtos que importamos da Rússia e outros países da Europa de Leste podem começar a escassear nas prateleiras das superfícies comerciais e na industria, tais como: milho, óleos de plantas, ferro e aço e outros metais e produtos químicos (fonte:RTP).

Sem alarmismos, até porque, caso nada venha a ser necessário terá pelo menos servido de treino, recomendamos por isso que todos tenham e testem comunicações alternativas, bem como dinheiro físico e mantimentos para 3 meses em autonomia total, incluindo fontes de energia elétrica alternativa e combustíveis.

Ontem mesmo, a APROSOC testou a Rede de COMUNICAÇÕES ALTERNATIVAS PARA OPERAÇÕES DE SOBREVIVÊNCIA (CAOS), uma rede de comunicações comunitárias locais.

Se tem outra opinião, discorda de nós ou tem algo a acrescentar, agradecemos que partilhe connosco a sua opinião nos comentários. 

Teste da rede CAOS

Esta noite foi testada a rede de COMUNICAÇÕES ALTERNATIVAS PARA OPERAÇÕES DE SOBREVIVÊNCIA (CAOS) …

O exercício procurou demonstrar os constrangimentos de comunicação de curta e média distancia face a uma situação de colapso social na sequência de um desastre e, situações de exceção requerem soluções de exceção pelo que as comunicações decorreram  com recurso a frequências em HF, VHF e UHF, incluindo as bandas dos 27 e dos 446 MHz, bem como redes privativas. As frequências e potências usadas nos testes foram limitadas ao estritamente necessário para que a comunicação se estabelecesse de forma eficaz, contando todos os participantes com equipamentos especialmente preparados para o efeito.

A rede CAOS é um programa de radiocomunicações no âmbito do sobrevivencialismo, que procura capacitar os interessados para as alternativas de radiocomunicações com os seus familiares quando as telecomunicações de acesso público colapsam.

São poucos os cidadãos que se preparam para manter a comunicação familiar via rádio quando falham as telecomunicações de acesso público mas, os que o fazem, fazem-no com grande empenho, é esta a conclusão deste exercício. Sendo bastante gratificante constatar o grau de preparação de pessoas de todas as idades, no caso, desde crianças desde os 7 anos, até mesmo a idosos com mais de 70 anos que surpreenderam pela positiva com a sua elevada proficuidade na operação, estando todos de parabéns.

A APROSOC agradece a todos os que participaram nesta iniciativa, realizada sem anuncio público prévio por motivos filosóficos no âmbito do sobrevivencialismo.  Foram 5 famílias num total de 14 participantes que nos preencheram de sentimento de gratidão pela entrega e disponibilidade.

Obrigado.

João Paulo Saraiva

Presidente da Direção

Fugas de Gás – como atuar

⚠ Cheira a gás ou o seu detetor de gás apitou?

Saiba como atuar e evitar acidentes 🔥

➡ Desligue os aparelhos de queima e a válvula (torneira) de segurança do gás
➡ Não ligue ou desligue aparelhos elétricos, interruptores nem use o telemóvel
➡ Abra as janelas e portas e saia de casa

➡ Já no exterior da casa, contacte a empresa fornecedora de gás ou os bombeiros (tenha os números memorizados no telemóvel).

Já existem no mercado detetores de gás conectáveis à internet, possibilitando assim mesmo que esteja ausente de casa ser avisado da existência dessa fuga.

O que você não fizer para proteger o que é seu, dificilmente alguém fará por si. Evite acidentes através de ações de prevenção.

VOLUNTÁRIOS DE RADIOCOMUNICAÇÕES EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA

Em fevereiro de 2022 decide-se face à constatação de que é inquestionável o predominante interesse e vocação por parte da massa Associativa desta Associação em radiocomunicações cidadãs, de entre todo o leque das atividades estatutariamente prosseguidas pela APROSOC – Associação de Proteção Civil e, sendo esta Associação uma referência pública nesta área técnica, centrar a sua atividade principal nas radiocomunicações cidadãs de emergência de proteção civil, passando as demais atividades a secundárias, embora igualmente importantes.

Cremos que, rejeitar esta vontade de mudança seria desaproveitar um potencial manancial de recursos que cremos existir nas pessoas que connosco trabalham voluntariamente ou connosco contactam quotidianamente, importando por isso adaptarmo-nos em função do eixo mais vocacional, sem perder de vista a génese filosófica da Associação, atendendo a que as radiocomunicações cidadãs de emergência de proteção civil, estão desde há muito presentes na imagem que o público tem da APROSOC. Não aceitar esta mudança é de certo modo estar em negação perante o inegável e, desaproveitar toda a ajuda que um sem número de pessoas nos pretende dar e até então temos em muitos casos sucessivamente rejeitado.

Esta mudança não significa o fim da sensibilização, da formação, da especialização individual noutras áreas técnicas com aplicabilidade na proteção e socorro de pessoas e bens. Todos os Associados podem e devem reunir todas as competências possíveis para quando necessário prestar auxílio ao seu semelhante ou a si próprio, seja na vida quotidiana seja no âmbito das atividades de proteção civil da Associação.

A Associação recentra-se assim nos seguintes eixos de atuação:

  1. O primeiro eixo de atividades da Associação é então o das radiocomunicações cidadãs como alternativa às telecomunicações de acesso público quando falham ou onde não existem face a situações de emergência, acidente grave, catástrofe ou caos social, procurando-se dotar cada vez mais cidadãos em geral e os membros da APROSOC em especial, de competências de radioperação e adequação da equipagem para o efeito, de modo a que face a situações de emergência consigam manter comunicações com familiares e amigos, fazer a ponte entre cidadãos a necessitar de auxilio ou mesmo com os serviços de emergência.
  2. No segundo eixo de atividades vocacionais fica a sensibilização pública no que concerne às recomendações de autoproteção que desde sempre a APROSOC também prossegue em toda a latitude dos seus fins estatutários.
  3. Como terceiro eixo de atividades prosseguidas pela APROSOC, a preparação dos Associados para o sobrevivencialismo urbano, rural e não só (com tudo o que isso contém nos âmbitos da saúde, salvamento, socorro, abrigo, alimentação e bem estar), como trunfos conducentes à segurança individual dos indivíduos e das famílias para a resistência e resiliência face a fenómenos adversos no que à proteção civil é atinente ou, quando as capacidades dos serviços e agentes de emergência e proteção civil perdem capacidades ou não existem porque, sabemos que, “até onde o sistema funciona há proteção civil, a partir daí somente o sobrevivencialismo possibilita a autoproteção do cidadão” e em que, os cidadãos mais preparados fazem mais parte das soluções do que dos problemas que os tornam benificiários dos serviços de emergência e proteção civil.
  4. No quarto eixo de atuação atividades da APROSOC está a intervenção no apoio às populações e às operações de socorro, sempre de acordo com as competências, disponibilidades e capacidades instaladas nos nossos Associados e nos Voluntários, ou seja, dando cumprimento a missões em função por um lado em resposta às solicitações das populações afetadas e, por outro no limite dessas competências, disponibilidades e capacidades instaladas.

Desejamos assim corresponder às expectativas dos nossos Associados e anseios de muitos dos nossos simpatizantes.

João Paulo Saraiva

Presidente da Direção

Opinião: A “utilidade pública” da CB e PMR446

Eu gosto mais de operar em CB (citizens band) FM e AM, porque é mais inclusivo e não tenho de andar sempre a sintonizar de cada vez que do outro lado fala outra estação. Para além disso, na minha experiência nos incêndios, aparecem muitas vezes colegas com jipes e apenas com rádios de AM e/ou FM, e também colegas trabalhadores do mundo rural com esse tupo de rádios, raramente aparecendo gente com rádios com SSB nesses meios e nessas alturas.

Por vezes as informações prestadas por esses colegas são fundamentais para se conseguir fazer chegar meios de socorro a quem deles necessita no meio rural, muitas vezes em zonas onde ou nunca existiu rede de telemóvel, ou deixou de existir devido aos cabos terem ardido.

Também no PMR446 (personal mobile radio) este tipo de interação acontece frequentemente nos incêndios, cheias e inundações, tempestades e outras ocorrências.

CB27 e PMR446 são de extrema utilidade nestas e muitas outras situações de emergência e, a informação trocada por estas vias embora passe despercebida à maioria dos cidadãos dos grandes centros urbanos e aos decisores da administração central do Estado continua a contribuir para que vidas de pessoas, animais e bens sejam poupados.

Acredito veemente que quanto mais rádios CB e PMR446 se distribuírem por comuns cidadãos, pesem embora alguns constrangimentos disso resultantes, mais serão as vidas e bens salvos. Por este motivo dediquei mais de 40 anos da minha vida às radiocomunicações cidadãs, tendo muito cedo compreendido as suas vantagens quando ainda morava em tercena e nas traseiras da casa onde morava entre aquele que é hoje conhecido como IC 19 (morava do lado oposto ao depósito da água de tercena) e a linha férrea de Sintra, um incêndio que terá começado na barreira da linha férrea ameaçava a nossa casa e, o CB possibilitou-me o contacto com os Bombeiros de Queluz. Mais tarde acabei por estabelecer comunicações de teste com as outras corporações de Bombeiros que atuavam na zona, Barcarena e Agualva-Cacém, nessas chamadas de teste respondiam sempre, naquele tempo a maioria das corporações de bombeiros tinham CB, na atualidade a maioria não tem, embora o número de utilizadores CB ativos seja crescente. Mas não é por isso que é menos importante ter CB e PMR446 do que naquela época, pois mesmo sem ser possível contactar diretamente os Bombeiros, consegue-se por vezes que a pessoa contactada contate por outra via ou mesmo se desloque á porta do quartel ou mesmo de uma esquadra ou posto policial e presta a informação recebida no apelo.
Em frente a onde morava e os meus pais tinham o restaurante rústico e os seus negócios de venda de palha, frutas (melão e melancia), pinheiros de natal, terra para plantas, os acidentes eram infelizmente muito frequentes e, no tempo em que o telefone fixo na zona ainda passava pela operadora de central PBX de Tercena dos TLP (Telefones de Lisboa e Porto) a quem tinha de se pedir para ligar para o número pretendido, o CB chegava primeiro, no tempo em que os número de telefone da área ainda tinham apenas 5 dígitos.

Como diziam os colegas de saudosas Associações de Clubes de CB de outrora, “a CB é de utilidade pública” e, podemos aqui acrescentar o PMR446 que em 2017 muito contribuiu para que a catástrofe não fosse ainda maior, que o digam os vigias florestais, tão pouco falados e cujo trabalho tão importante é.

Também devido a estas vivências, nas Associações por onde passei sempre trouxe comigo este desígnio das radiocomunicações cidadãs e, na APROSOC não foi exceção, motivo pelo qual mais de 90% dos nossos Associados têm rádio CB, uns que já tinham, mas a maioria que não tinham e passaram a ter, prosseguindo assim este desígnio que nunca dou por cumprido, porque a cada segundo que passa uns se findam e outros nascem, para a vida, e para as radiocomunicações cidadãs.

O interesse gerado tem sido tanto que, por vezes tenho de fazer reajustes para que as principais atividades da Associação não se centrem nas radiocomunicações, tendo por vezes a sensação que somos uma Associação de amigos das radiocomunicações, alguns dos quais predispostos a colaborar nas radiocomunicações nas situações de emergência, talvez esta mutação venha a ditar o futuro da Associação, já que faz falta e o interesse é inquestionavelmente mais que muito.

Obrigado a todas e todos que se tem deixado contagiar por esta minha paixão, que antes de minha já o era de muitos outros e, depois de mim de muitos outros será nesta passagem por aquilo a que chamamos de vida e que, para mim só faz sentido com causas, sendo esta uma das minhas causas, mas também de todos os que na APROSOC me acompanham neste desígnio.

João Paulo Saraiva
Estação Duke em CB e PMR446

 

CAOS | Comunicações Analógicas para Operações de Sobrevivencialismo

O país e o mundo estão inundados de especialistas de telecomunicações de emergência quotidiana e vendedores de sonhos a preços multimilionários que reiteradamente a história nos tem demonstrado que falham mais do que as espectativas.

Acreditamos em soluções analógicas sem infraestruturas, não dependentes de operadores privados, soluções locais de radiocomunicações a pensar na proteção de comunidades locais.

A legislação prevê regimes de exceção, mas as estruturas governamentais compreensivelmente não apontam caminhos, por outro lado de um modo geral os cidadãos com livre acesso às soluções usá-las iam em seu proveito mesmo fora das situações de exceção que legitimam esse uso, por esse motivo o CAOS é um grupo informal de pessoas, ao qual o acesso é feito pela consolidação de confiança e das demonstrações de valorização da ética e compreensão do enquadramento dos regimes de exceção.

Frequências de radiocomunicações de recurso em cenário de caos social, frequências pré-determinadas para comunicação de grupo, métodos e sistemas de segurança nas comunicações, procedimentos radiotelefónicos de elevada eficiência, bem como os equipamentos e acessórios mais adequados para cada situação são alguns dos temas debatidos pelos membros deste grupo informal que caso fosse aberto a quem pretende entrar sem o perfil adequado, seria uma fonte de acréscimo de problemas em cenários de caos social.

Para as estruturas governamentais estes assuntos são segredo de Estado, para as comunidades este assunto é um trunfo comunitário porque, “Até onde o sistema funciona há proteção civil, a partir daí somente o sobrevivencialismo possibilita a autoproteção do cidadão.”

Até então o grupo de pessoas interessadas e dedicadas a este assunto não tem sequer um canal comum, funcionando com base no encaminhamento de mensagens “privadas” em redes sociais, podendo, contudo, eventualmente a seu tempo vir a ser reunido num grupo comum, embora se identifiquem sérios constrangimentos ao tratamento destes assuntos em grupos, pois a qualquer momento todos os membros podem ser expostos e o seu saber acumulado e segurança pode ser colocada em causa.

TESTEMUNHO: Compatibilidade Eletromagnética (EMC)

“Estes transformadores foram removidos da minha instalação elétrica, 6 no total.
Claramente não respeitam as normas de compatibilidade eletromagnética, já o tinha descoberto há muitos anos.

Os restantes vizinhos não os devem ter substituído ou removido, a não ser por avaria.

Enquanto radioamador, e como tal, cliente da ANACOM, reclamei junto da mesma por este e outros motivos, por diversas ocasiões, e nada foi feito.

Temos por esse país fora milhares de instalações elétricas com equipamentos destes ou idênticos a estes, não conforme as normas de EMC.

Não deveria ser a ANACOM a chegar à conclusão que os equipamentos não respeitam as normas de EMC?

Não deveria ser a ANACOM a fazer cessar as interferências prejudiciais (EMI) provocadas por estes equipamentos, retirando-os de serviço?

Não deveria ser a ANACOM, juntamente com as demais autoridades, a proibir a importação, distribuição, comercialização e utilização de equipamentos não conforme as normas e diretivas EMC?

Pois..”

Sérgio Matias
Vogal da Direção
CT1HMN