Radiossobrevivencialismo
O Radiossobrevivencialismo é a equipagem de radiocomunicações aliada à prática de radiocomunicações familiares e comunitária, ou seja, o treino regular e o uso utilitário dos meios de radiocomunicações em família ou com amigos próximos, conducente à alternativa em caso de falha das redes de telecomunicações, seja num passeio ao ar livre, seja no caos durante ou pós sismo dentro de um centro comercial ou outro local de grande concentração de pessoas (estádio, feira, festas, etc.). O objetivo do radiossobrevivencialismo é nunca perder o contacto de proximidade com quem podemos ajudar ou nos pode ajudar.
A palavra radiossobrevivencialismo e o conceito subjacente, é originário da APROSOC – Associação de Proteção Civil e, insere-se no conceito mais abrangente de autoproteção no âmbito da proteção civil em que se inclui a preparação e o sobrevivencialismo.
Em suma, trata-se de usar o rádio como uma das ferramentas de sobrevivência em caso de desastre.
Radiomontanhismo
O radiomontanhismo da APROSOC é uma atividade de elite no âmbito das radiocomunicações aberta a todos os que se identificam com alguns princípios tais como, o gosto pelo contacto com a natureza em locais elevados, o gosto por reconhecer a existência de estações fixas, móveis ou portáteis de radiocomunicações nas imediações da sua área geográfica habitual e coloca-las em contacto umas com as outras, o gosto por desafiar as condições meteorológicas extremas dentro do limita da razoabilidade das condições seguras, com o objetivo de por à prova a sua resistência e a adequação dos seus equipamentos de radiocomunicações, bem como da adequação do vestuário, calçado e materiais de proteção.
São considerados radiomontanhistas na APROSOC os que todos os meses se deslocam a locais elevados com os seus meios de radiocomunicações e, neles efetuam contactos via rádio e auxiliam outros radioperadores a contactar entre si e, assim contribuem para o estabelecimento de redes locais comunitárias de radiocomunicações.




Criada para proteger e socorrer a população de Carnaxide, foi nos últimos anos transformada numa central de “táxis”, para gerir o transporte de doentes não urgentes, mas não apenas os utentes de Carnaxide, já que assegura através de contratos com Unidades Hospitalares de Lisboa, o transporte de doentes não urgentes, com recurso a viaturas algumas das quais oferecidas ou comparticipadas pela autarquia ou mesmo pela administração central do Estado para servirem a área operacional de Carnaxide, mas que passam mais tempo ao serviço de áreas operacionais alheias do que no concelho de Oeiras, tudo em nome do lucro. A situação é aparentemente grave, já que, às denuncias recebidas na APROSOC, se somam as alegadas recusas de aceitação de serviço urgente ou emergente na área operacional do Corpo de Bombeiros de Carnaxide, e até mesmo de transmporte não urgente para utentes de Carnaxide, pelo facto de, ambulâncias e tripulações estarem a efetuar transporte de doentes não urgentes fora da sua área de intervenção primária e, tudo isto com a conivência da União de Freguesias de Carnaxide e Queijas e, da Câmara Municipal de Oeiras, conhecedoras da situação mas totalmente inoperantes.
