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O radiosobrevivencialismo e o radiomontanhismo

Radiossobrevivencialismo

O Radiossobrevivencialismo é a equipagem de radiocomunicações aliada à prática de radiocomunicações familiares e comunitária, ou seja, o treino regular e o uso utilitário dos meios de radiocomunicações em família ou com amigos próximos, conducente à alternativa em caso de falha das redes de telecomunicações, seja num passeio ao ar livre, seja no caos durante ou pós sismo dentro de um centro comercial ou outro local de grande concentração de pessoas (estádio, feira, festas, etc.). O objetivo do radiossobrevivencialismo é nunca perder o contacto de proximidade com quem podemos ajudar ou nos pode ajudar.

A palavra radiossobrevivencialismo e o conceito subjacente, é originário da APROSOC – Associação de Proteção Civil e, insere-se no conceito mais abrangente de autoproteção no âmbito da proteção civil em que se inclui a preparação e o sobrevivencialismo.

Em suma, trata-se de usar o rádio como uma das ferramentas de sobrevivência em caso de desastre.

Radiomontanhismo

O radiomontanhismo da APROSOC é uma atividade de elite no âmbito das radiocomunicações aberta a todos os que se identificam com alguns princípios tais como, o gosto pelo contacto com a natureza em locais elevados, o gosto por reconhecer a existência de estações fixas, móveis ou portáteis de radiocomunicações nas imediações da sua área geográfica habitual e coloca-las em contacto umas com as outras, o gosto por desafiar as condições meteorológicas extremas dentro do limita da razoabilidade das condições seguras, com o objetivo de por à prova a sua resistência e a adequação dos seus equipamentos de radiocomunicações, bem como da adequação do vestuário, calçado e materiais de proteção.

São considerados radiomontanhistas na APROSOC os que todos os meses se deslocam a locais elevados com os seus meios de radiocomunicações e, neles efetuam contactos via rádio e auxiliam outros radioperadores a contactar entre si e, assim contribuem para o estabelecimento de redes locais comunitárias de radiocomunicações.

 

 

Morre gente em Portugal por inércia de políticas de socorro. APROSOC apresenta proposta que possibilita salvar mais vidas.

Ex.mos Senhores

É sabido que há quem espere no nosso país por um meio de socorro bem mais tempo do que é recomendado pelos standards europeus e mundiais, e que, como consequência a taxa de reversão de paragem cardiorrespiratória em ambiente pré-hospitalar teima em não baixar dos cerca de 3%. É também sabido que, esta taxa é mais reduzida noutros países, até com mais população que Portugal, fruto de modelos organizacionais do socorro mais inclusivos.

Em Tel Aviv em Israel por exemplo, a organização Hatzolah garante atualmente após o telefonema de alerta, 90 segundos para a chegada de um First responder que presta os primeiros cuidados de emergência e mantém a vigilância da vítima até à chegada do meio de socorro que a vai transportar à unidade hospitalar.

Uma rede de first responders com as mais variadíssimas profissões, ligada por uma aplicação LTE que recebe do equivalente aos CODU (centro de orientação de doentes urgentes) em Portugal, a informação de cada ocorrência registada em tempo real, possibilitando assim aos socorristas (todos os formados pelo sistema), médicos e enfermeiros voluntários, a resposta imediata a qualquer emergência médica nas imediações de onde habitualmente se encontra ou vai a passar no momento.

Para que tal aconteça em Portugal, basta apenas que todos os socorristas, técnicos de emergência, médicos e enfermeiros estejam listados numa base de dados nacional, que instalem nos seus smartphones uma App LTE do tipo Zello ou similar e adiram ao canal de primeira resposta de emergência pré-hospitalar, e que o CODU nele insira em tempo real os pedidos de socorro recebidos. Deste modo, qualquer socorrista, técnico de emergência, enfermeiro ou médico nas imediações pode iniciar a abordagem à vítima, prestar-lhe os primeiros socorros enquanto aguarda a chegada da ambulância, podendo atualizar a informação sobre o estado da vítima ao CODU do INEM, bem como, à chegada da equipa da ambulância, auxiliar a tripulação no levantamento e transporte da vítima até à ambulância.

A solução é simples de implementar e os custos são inexpressivos, podendo salvar muitas vidas, assim haja vontade política.

 

Comum cidadão em desvantagem em relação a criminosos

Constata-se uma vez mais que os criminosos podem atuar em superioridade seja numérica seja desproporcional face à força da vítima, seja mesmo desproporcional armados contra uma vítima indefesa.
Se fosse filha da Sr.ª Ministra da Administração Interna, certamente seria liberalizado o spray de defesa ou dispositivos incapacitantes de choque de uso livre em qualquer país civilizado, mas como não é nada vai mudar.
“Em caso de emergência ligue 112” e de que adianta? Será que os agressores deixam ligar? Terá a vítima o direito de pedir aos agressores um telefonema antes de ser violada?
Isto de o cidadão de bem ter dificuldade de acesso a meios de autodefesa e os criminosos atuarem armados ou em desproporcionalidade numérica ou de força, é ou não uma limitação de direitos fundamentais?
Não. Não é um apelo ao armamento, é uma medida de consciencialização sobre a desproporcionalidade na defesa a que o comum cidadão está sujeito, mas já sabe, “em caso de emergência ligue 112” só não dizem se é antes ou depois de ser violada por 3 gandulos.
“Em caso de emergência ligue 112” se conseguir, mas se estiver a ser violada ou agredida onde está a prevenção? E o que faz o operador 112 até ter meios disponíveis e estes conseguirem chegar ao local, será que pede para passar o telefone aos bandidos e lhes diz “meninos portem-se bem”?!
É esta a política de segurança interna de “um dos países mais seguros do mundo”? Se não é possível ter polícias a patrulhar cada quarteirão, como se defende o comum cidadão até conseguir alertar e, chegarem as autoridades? O RASI até pode ter zero crimes, ou ser pintado de oásis como faz o Sr. Diretor Nacional da Polícia Judiciária, mas a criminalidade está de facto a aumentar, acontece contudo que em muitos casos não há meios policiais disponíveis para atuar atempadamente, situação que gera descrédito na população do qual resulta muitas vezes a não participação de ocorrência ou não formalização de queixa, que que resultam os números do RASI de que alguns governantes tanto se orgulham. O desfecho mais provável para este caso é o arquivamento como tantos outros, enquanto as vítimas forem vistas como alvos fáceis e incapazes de se defender, os bandidos continuarão a perpetuar as suas práticas criminais acima da Lei a que as pessoas de bem não estão.
A APROSOC – Associação de Proteção Civil, advoga que só a liberalização de armas não letais para comuns cidadãos pode trazer algum equilíbrio na segurança interna.

Liga dos Bombeiros Portugueses não denota estar preocupada com a qualidade do socorro Pré-Hospitalar em Portugal

A relação das Associações de Bombeiros com o Estado Português, é uma relação de Parceria Público Privada (PPP) em que, a Administração Central do Estado paga a essas Associações de Direito Privado, para cumprir por si missões que a si lhe competem. Contudo, o pagamento implica na realidade o “transporte de carne humana”, já que a qualificação do pessoal que tripula as ambulâncias de emergência das corporações de Bombeiros, é de pouco mais de 200 horas, dai resultando a ausência de competências que todos os tripulantes de ambulância deveriam obrigatoriamente possuir, mas que somente os do INEM possuem.
Por sua vez, a Liga dos Bombeiros Portugueses, enquanto confederação de Associações, defende essencialmente os interesses das Associações empregadoras de Bombeiros, não o interesse público, nada fazendo no sentido de defender o aumento de competências dos Bombeiros para o Socorro Pré-Hospitalar, o que significaria que, esses empregados das Associações, durante o período de formação não estivessem a produzir para as Associações.

Entende assim a APROSOC – Associação de Proteção Civil, que, embora nos identifiquemos com muitas das reivindicações da Liga dos Bombeiros Portugueses, não vislumbramos no que ao socorro pré-hospitalar é atinente, as preocupações que seriam expectáveis se de facto a Liga estivesse preocupada com a qualidade do socorro à população prestado por Bombeiros e, o mesmo se pode dizer da Cruz Vermelha Portuguesa.

Apesar disto, não temos dúvidas algumas de que, as tripulações de ambulâncias de Bombeiros e da Cruz Vermelha, dão diariamente o seu melhor no socorro pré-hospitalar, embora o seu melhor seja insuficiente face ao atual estado da arte.

APROSOC declara Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Serviços Regionais de Proteção Civil e Serviços Municipais de Proteção Civil incompetentes para o cumprimento das suas competências e atribuições de sensibilização das populações no que à proteção civil é atinente.

APROSOC declara Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Serviços Regionais de Proteção Civil e Serviços Municipais de Proteção Civil incompetentes para o cumprimento das suas competências e atribuições de sensibilização das populações no que à proteção civil é atinente.

O cidadão português não pode ser apenas formado para a autoproteção face aos riscos mais frequentes onde mora ou trabalha, pois muitos destes cidadãos moram e trabalham por vezes pelos quatro cantos do mundo.

O Estado Português, através das suas estruturas de proteção civil de âmbito nacional, regional ou local, revelou-se até então incapaz de formar todos os cidadãos para a sua autoproteção face aos riscos e perigos que enfrenta dentro e além-fronteiras geográficas, revelando-se assim inócuas as disposições legais de que versão a Lei 27/2006 alterada pela Lei 80/2015, bem como a Lei 65/2007 alterada pelo Decreto-Lei 44/2019. Por outro lado, muitos municípios não conseguiram realizar uma única ação de sensibilização sobre um qualquer risco, quanto mais realizar sobre todos os riscos e, fazer chegar essa sensibilização à esmagadora maioria dos cidadãos, independentemente da sua nacionalidade, mas que se encontram em território português, podendo assim conclui-se que, embora com assimetrias, de modo quase generalizado, por um lado por inépcia, por outro por inércia, por outro por ambos, os serviços públicos a quem os cidadãos confiaram a missão de os formar, informar e preparar, traíram a sua confiança, não sendo por isso merecedores de novas oportunidades.

Importa assim como solução para o problema que, a comunidade científica seja chamada a intervir e, a articular-se com os estabelecimentos de ensino desde o 1º ciclo às universidades sénior e, em conjunto desenhem e implementem uma estratégia nacional de capacitação dos cidadãos para a autoproteção no âmbito da proteção civil, versando todos os riscos naturais, antropogénicos, mistos ou complexos.

Não é aceitável que antes da COVID 19 os cidadãos não tivessem sido formados sobre a autoproteção para tal situação, tal como não é aceitável que com a ameaça nuclear que paira sobre todo o ocidente os cidadãos em Portugal não tenham sequer sido informados que devem possuir iodeto de potássio para proteção da glândula tiroide em caso de emergência nuclear e, inerentes dosagens diárias.

Portugal não pode continuar a ficar à mercê de estruturas de proteção civil que funcionam em torno dos negócios da intervenção e que pouco ou nada apostam na prevenção, mitigação, preparação e capacitação no âmbito da segurança coletiva e, que, mal sabem e têm o suficiente para proteger os que nessas estruturas trabalham, quanto mais para toda uma população de milhões de cidadãos.

O país não pode adiar o inadiável e, medidas como a instalação de sistemas de detecção e descontaminação nuclear e biológica em todos os acessos das unidades hospitalares públicas ou privadas deveria ser uma prioridade no âmbito do uso dos recursos financeiros extraordinários da União Europeia, contudo, o fundamentalismo religioso continua a imperar, crendo-se que um par de rezas perdoa as mortes que não se conseguem evitar e que eram evitáveis.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, os Serviços Regionais de Proteção Civil e os Serviços Municipais de Proteção Civil tiveram desde 2006 a sua oportunidade, contudo, no seu todo conseguiram fazer menos do que outrora os serviços de Defesa Civil do Território. Urge por isso uma mudança estrutural, num sistema que corre geralmente atrás do prejuízo ao invés de o procurar evitar. Portugal e as portuguesas e os portugueses não podem continuar neste impasse, porque só há uma vida, e, muitas já se perderam fruto desta realidade situacional.

Esta é a convicção desta Associação, expressa ao abrigo do Artigo 37 da Constituição da República Portuguesa. Este tema não pode continuar exangue na sociedade portuguesa!

TEMPESTADE DANA, O ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA

 

Com mais de duas centenas de vítimas mortais e a forte possibilidade deste número ser inimaginavelmente superior, este cenário apocalíptico atesta a incompetência governativa, quer no que respeita ao ordenamento do território, quer no que concerne à preparação das populações, bem como dos dispositivos de proteção civil, já que há muito existia a previsão para o que veio a ocorrer. De certo modo esta ocorrência vem atestar o gene espanhol dos serviços de proteção civil em Portugal.

Por outro lado, tal como em Portugal, a mobilização de recursos foi lenta e insuficiente, determinando esta  gestão a dimensão das consequências desta catástrofe que, tem tanto de natural quanto de antropogénica.

Mas cedo ou mais tarde, a natureza castiga sempre o homem por não a respeitar.

AVISO E ALERTA

 

 

 

 

 

 

 

 

Em estado de AVISO ou de ALERTA de nível LARANJA ou VERMELHO, os membros das redes de radiocomunicações de emergência, devem manter os seus equipamentos ligados nos canais pré-definidos na sua comunidade, prontos a responder de imediato a pedidos de ajuda local a qualquer hora do dia ou da noite.

Associação Humanitária dos Bombeiros de Carnaxide fez 112 anos de existência

Criada para proteger e socorrer a população de Carnaxide, foi nos últimos anos transformada numa central de “táxis”, para gerir o transporte de doentes não urgentes, mas não apenas os utentes de Carnaxide, já que assegura através de contratos com Unidades Hospitalares de Lisboa, o transporte de doentes não urgentes, com recurso a viaturas algumas das quais oferecidas ou comparticipadas pela autarquia ou mesmo pela administração central do Estado para servirem a área operacional de Carnaxide, mas que passam mais tempo ao serviço de áreas operacionais alheias do que no concelho de Oeiras, tudo em nome do lucro. A situação é aparentemente grave, já que, às denuncias recebidas na APROSOC, se somam as alegadas recusas de aceitação de serviço urgente ou emergente na área operacional do Corpo de Bombeiros de Carnaxide, e até mesmo de transmporte não urgente para utentes de Carnaxide, pelo facto de, ambulâncias e tripulações estarem a efetuar transporte de doentes não urgentes fora da sua área de intervenção primária e, tudo isto com a conivência da União de Freguesias de Carnaxide e Queijas e, da Câmara Municipal de Oeiras, conhecedoras da situação mas totalmente inoperantes.

Resta assim, reiteradamente aos Carnaxidenses, serem socorridos e transportados na maioria dos casos por ambulâncias e tripulações de outras corporações, na maioria dos casos mais distantes do local da ocorrência já que o Quartel dos Bombeiros de Carnaxide, construído em terreno cedido pela autarquia, se situa no centro de Carnaxide.

Não podemos, contudo, por uma questão de justiça, deixar de enaltecer a cerca de meia dúzia se tanto dos que restam na corporação dos áureos tempos em que respondia a todas as ocorrências na sua zona operacional e, ainda apoiava os Corpos de Bombeiros vizinhos e não só. A Eles, endereçamos as merecidas felicitações pela resistência, resiliência e dedicação, honrando a memória dos que criaram e operacionalizaram a Associação e seu Corpo Ativo e Operacional durante cerca de 90 dos atuais 112 anos da Associação.

Na prática, não é a Corporação de Bombeiros que têm um serviços de Transporte de Doentes, mas sim a “Empresa” de transporte de doentes, que detém uma alegada Corporação de Bombeiros, como aliás acontece infelizmente com outras Corporações de Bombeiros, onde muitas vezes quem tripula as viaturas nem são Bombeiros nem mesmo voluntários, são meramente empregados e, em alguns casos sem sequer deterem vinculo contratual, isto porque a Autoridade para as Condições no Trabalho e, as demais autoridades não fiscaliza ambulâncias.

#bombeiros #carnaxide #queijas

K9FINDER

Na APROSOC | Associação de Proteção Civil, somos amigos dos animais de companhia, em especial dos cães e, por este motivo, não poderíamos ficar indiferentes ao facto de de vez em quando um dos nossos amigos de 4 patas fugir por se assustar com algo, deixando os  seus companheiros humanos em sofrimento. Por este motivo desenvolvemos estratégias de auxilio à busca de cães desaparecidos, mas não só. Somos também confrontados muitas vezes com a localização de cães aparentemente perdidos, pelo que, estamos equipados com leitores de chip de modo o poder verificar se o amigo de 4 patas perdido tem chip e caso tenha aumentar a probabilidade de em colaboração com as autoridades informar o seu dono/a da localização do seu cão.

Estamos para já a atuar no concelho de Oeiras, onde nos dedicamos também a auxiliar os donos dos nossos amigos de 4 patas a trabalhar a socialização do seu animal, mas estamos recetivos a criar equipas com esta finalidade em qualquer ponto do país.

Mas não só. Também difundimos nas nossas redes sociais apelos de localização de cães perdidos, bem como a informação correspondente quando encontrados. .