Há falhas nas comunicações e coordenação no combate aos incêndios

Ex.mos(as) Senhores(as)

Há erros que não foram corrigidos no Sistema de Gestão de Operações que determinam a ineficácia do emprego de meios aéreos. Há erros na formação de radiocomunicações ministrada aos operacionais que comprometem a eficácia das operações. Há situações caricatas e bastante penosas para o erário público que comprometem o sucesso das operações e chegam mesmo a gerar constrangimentos como por exemplo o aumento de frentes de fogo evitáveis com uma adequada coordenação se as comunicações fossem eficazes e eficientes através de um modelo que não está implementado.

Não faz qualquer sentido que o Comandante de Setor não tenha contacto direto com os meios aéreos a operar no seu Setor e, que o COPAR (Comando das Operações Aéreas) não responda quer aos meios aéreos quer aos comandantes de Setor durante por vezes dezenas de minutos.

A APROSOC não é chamada a fazer parte da solução por ser uma vós incómoda para o sistema e, é essa voz incómoda precisamente  porque não está envolvida na solução eternizando assim alguns problemas que há muitos anos poderiam estar resolvidos e se eternizam, sabe-se lá se por inépcia ou mesmo deliberadamente.

Continua ainda a constatar-se que o Comandante das Operações de Socorro em vez de estar a gerir está por vezes no seu momento de protagonismo para as câmaras de TV, quando tal função compete ao oficial de relações públicas.