APROSOC ON THE AIR (AOTA)

Objetivos

O APROSOC ON THE AIR (AOTA) tem como principais objetivos:

  • Sensibilizar os Associados para a utilidade das radiocomunicações cidadãs como meio alternativo de comunicação perante eventuais falhas ou indisponibilidade das telecomunicações de acesso público;
  • Verificar as condições técnicas dos equipamentos de radiocomunicação e manter as competências de operação dos Associados, promovendo boas práticas e procedimentos radiotelefónicos;
  • Identificar estações de radiocomunicação existentes nas proximidades dos Associados, avaliar os seus alcances locais e, simultaneamente, promover relações de amizade, proximidade e entreajuda;
  • Proporcionar aos Associados oportunidades de contacto rádio com outros radioperadores, nomeadamente através da parceria estratégica com a HAMARCOM – Associação Portuguesa de Amadores de Radiocomunicações.

Porque tem a APROSOC redes privativas?

As redes privativas da APROSOC permitem aos Associados que não possuem Certificado de Amador Nacional (CAN) adquirir experiência na utilização de equipamentos rádio móveis, instalados em veículos, ou portáteis, de mão, em VHF e UHF, dentro das condições técnicas autorizadas para a respetiva rede.

Esta experiência permite aos Associados avaliar, na prática, se uma rede privativa responde às suas necessidades de comunicação quando as soluções CB27 e PMR446 se revelam insuficientes, designadamente devido à saturação dos canais, ao ruído ou a outras interferências.

Permite ainda que cada Associado avalie se pretende aprofundar os seus conhecimentos e evoluir nas radiocomunicações, nomeadamente através da preparação e realização do exame para obtenção do Certificado de Amador Nacional.

As redes privativas constituem também uma reserva adicional de comunicação para situações de exceção ou catástrofe, nas quais possa ocorrer degradação significativa das comunicações e das condições de funcionamento no território.

Nessas circunstâncias, e dentro das regras de utilização da rede, a APROSOC poderá proporcionar aos seus Associados um meio adicional para manterem contacto com elementos dos respetivos agregados familiares, mesmo que estes não sejam Associados da APROSOC.

Porque tem a APROSOC atualmente redes privativas apenas na Grande Lisboa?

A APROSOC já teve redes noutras regiões do país e, anteriormente, soluções de âmbito mais alargado.

Atualmente, porém, as redes privativas concentram-se na Grande Lisboa, uma vez que são os Associados desta região que, neste momento, comparticipam os custos associados às respetivas licenças e funcionamento.

A eventual extensão a outras regiões dependerá da existência de Associados interessados e da correspondente capacidade de comparticipação dos custos.

A parceria entre a APROSOC e a HAMARCOM extingue os objetivos do Departamento de Radiocomunicações da APROSOC?

Não. Pelo contrário, reforça-os.

A parceria assenta na complementaridade e convergência de atividades, permitindo que cada Associação desenvolva a sua missão específica e, simultaneamente, beneficie da experiência e das atividades da outra.

No âmbito das radiocomunicações, a APROSOC centra a sua atuação sobretudo na autoproteção dos Associados e dos seus agregados familiares, na preparação para situações de exceção e na utilização das radiocomunicações como ferramenta de comunicação alternativa.

A HAMARCOM, por sua vez, assume uma vocação particularmente orientada para a criação de pontes entre utilizadores das radiocomunicações, promovendo contactos, atividades e relações entre radioperadores e utilizadores de diferentes serviços e modalidades.

Deste modo, a parceria não substitui nem elimina a missão de nenhuma das organizações: complementa-a, criando mais oportunidades de aprendizagem, comunicação, participação e entreajuda para os Associados de ambas.