{"id":4559,"date":"2023-03-13T10:19:11","date_gmt":"2023-03-13T10:19:11","guid":{"rendered":"https:\/\/aprosoc.pt\/\/blog\/?p=4559"},"modified":"2023-03-13T10:21:19","modified_gmt":"2023-03-13T10:21:19","slug":"a-autoridade-dos-idolatrados-sem-competencias-em-protecao-civil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/2023\/03\/13\/a-autoridade-dos-idolatrados-sem-competencias-em-protecao-civil\/","title":{"rendered":"A Autoridade dos idolatrados sem compet\u00eancias em prote\u00e7\u00e3o civil"},"content":{"rendered":"<p>Os que s\u00e3o competentes est\u00e3o naquela casa obscurecidos pelos popularuchos e incompetentes que se destacaram pela sua aparente simpatia, popularidade, partido, religi\u00e3o, amiguismo, ordem ma\u00e7\u00f3nica e confian\u00e7a pol\u00edtica.<\/p>\n<p>As figuras de maior destaque s\u00e3o oriundos dos Bombeiros, ou seja a malta dos neg\u00f3cios da interven\u00e7\u00e3o, alguns dos quais que nem sequer foram bem sucedidos como comandantes de Bombeiros e que por muito populares sejam nas opera\u00e7\u00f5es de socorro, na realidade de trabalho de prote\u00e7\u00e3o civil pouco ou nada se lhes conhece.<\/p>\n<p>Temos de tudo, um comandante nacional que acha que onde falharam as telecomunica\u00e7\u00f5es de acesso p\u00fablico e n\u00e3o existe alternativa que n\u00e3o o recurso \u00e0s redes de prote\u00e7\u00e3o civil a coberto do Artigo 35 do c\u00f3digo penal, tal n\u00e3o se aplica porque eventualmente nos videojogos que jogou tal n\u00e3o era uma op\u00e7\u00e3o, ou seja, numa cat\u00e1strofe com esta filosofia, vai seguramente morrer gente.<\/p>\n<p>Depois premeia-se promovendo-se na estrutura, algu\u00e9m que criticou o presidente da APROSOC por advogar que na altura deveriam ter ido elementos do GIPS para a miss\u00e3o no Haiti, e foram bombeiros sem forma\u00e7\u00e3o para o efeito, mas que depois quando chega acaba por confessar que afinal o seu acampamento foi saqueado. O mesmo que em tantas ocasi\u00f5es advogou que tudo estava bem no SIRESP e que tudo funcionava e que Portugal era um pa\u00eds de radioamadores, situa\u00e7\u00e3o que nos inc\u00eandios de 2017 n\u00e3o foi corroborada.<\/p>\n<p>Uma Secret\u00e1ria de Estado da (des)Prote\u00e7\u00e3o Civil que, de prote\u00e7\u00e3o civil nada se lhe conheceu enquanto esteve na autoridade, mas que ficou bem conhecida pela \u201cLei da Rolha\u201d e que por esse feito de prote\u00e7\u00e3o da tutela acaba premiada.<\/p>\n<p>Poder\u00edamos aqui continuar a analisar caso a caso e a concluir que , esta autoridade a que ningu\u00e9m reconhece autoridade, que tenta impor um comando \u00fanico sem compet\u00eancias t\u00e9cnicas para o efeito e, que de prote\u00e7\u00e3o civil pouco tem, n\u00e3o t\u00eam deste modo a menor possibilidade de ser bem sucedida e que, apesar de outrora o conjunto das Associa\u00e7\u00f5es de Bombeiros terem demonstrado incapazes de ser eficazes quando tinham o seu Servi\u00e7o Nacional de Bombeiros, caso venham a ter o tal comando \u00fanico que tanto desejam l\u00e1 se vai o protagonismo medi\u00e1tico que tanto jeito tem dado a tanto incompetente que ao inv\u00e9s de gerir teatros de opera\u00e7\u00f5es trabalha a sua promo\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s dos \u00f3rg\u00e3os de comunica\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>V\u00eddeos de sensibiliza\u00e7\u00e3o dessa alegada autoridade algu\u00e9m conhece?<\/p>\n<p>A\u00e7\u00f5es de sensibiliza\u00e7\u00e3o dessa autoridade (para todos os riscos) algu\u00e9m conhece?<\/p>\n<p>Estrat\u00e9gias de voluntariado de prote\u00e7\u00e3o civil dessa autoridade, algu\u00e9m conhece?<\/p>\n<p>Programas de prepara\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os para a autoprote\u00e7\u00e3o que n\u00e3o aquela brincadeira do aldeias seguras pessoas seguras, por parte dessa autoridade, algu\u00e9m conhece?<\/p>\n<p>Repare-se que nos EUA existe uma agencia governamental para a gest\u00e3o de emerg\u00eancias e que todo o mundo reconhece como autoridade (autoridade vem de autor reconhecido), contudo, em Portugal precisamos de denominar alguns servi\u00e7os da administra\u00e7\u00e3o central do estado de \u201cautoridade\u201d para tentar impor aos cidad\u00e3os uma autoridade que na realidade n\u00e3o existe e, com protagonistas que n\u00e3o t\u00eam qualquer autoridade, enquanto isso tanto dentro daquela casa, na sobra, bem como fora dela no escuro, os que podiam fazer a diferen\u00e7a por para isso possu\u00edrem as necess\u00e1rias compet\u00eancias, como n\u00e3o s\u00e3o do partido, do grupo de amigos, do grupo ma\u00e7\u00f3nico, dos neg\u00f3cios da interven\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o s\u00e3o suficientemente populares, n\u00e3o s\u00e3o convidados para se implementar de uma vez por todas uma estrat\u00e9gia de preven\u00e7\u00e3o, mitiga\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os e com o envolvimento dos cidad\u00e3os, porque isso \u00e9 contr\u00e1rio aos interesses dos neg\u00f3cios da interven\u00e7\u00e3o, onde os incompetentes brilham ainda que morra gente com fartura e ainda assim s\u00e3o colocados num pedestal sob argumenta\u00e7\u00e3o do hero\u00edsmo.<\/p>\n<p>Se queremos evoluir em prote\u00e7\u00e3o civil temos de separar a prote\u00e7\u00e3o civil da prote\u00e7\u00e3o e socorro, os especialistas da preven\u00e7\u00e3o, mitiga\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o dos especialistas da interven\u00e7\u00e3o, embora possa e deva existir converg\u00eancia em torno do objetivo que deve e tem de ser comum, proteger e socorrer vidas e bens.<\/p>\n<p>H\u00e1 um longo caminho a percorrer para se materializar a &#8220;prote\u00e7\u00e3o civil&#8221; em Portugal e, os principais obst\u00e1culos s\u00e3o pol\u00edticos, sendo os indispens\u00e1veis operacionais dessa constru\u00e7\u00e3o, cada cidad\u00e3 e cada cidad\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os que s\u00e3o competentes est\u00e3o naquela casa obscurecidos pelos popularuchos e incompetentes que se destacaram pela sua aparente simpatia, popularidade, partido, religi\u00e3o, amiguismo, ordem ma\u00e7\u00f3nica e confian\u00e7a pol\u00edtica. As figuras de maior destaque s\u00e3o oriundos dos Bombeiros, ou seja a malta dos neg\u00f3cios da interven\u00e7\u00e3o, alguns dos quais que nem sequer foram bem sucedidos como [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":4560,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-4559","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4559","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4559"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4559\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4563,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4559\/revisions\/4563"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4560"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4559"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4559"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4559"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}