{"id":269,"date":"2021-02-18T23:46:19","date_gmt":"2021-02-18T23:46:19","guid":{"rendered":"https:\/\/aprosoc.pt\/\/blog\/?p=269"},"modified":"2021-02-19T12:33:06","modified_gmt":"2021-02-19T12:33:06","slug":"a-duracao-de-uma-radiocomunicacao-de-emergencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/2021\/02\/18\/a-duracao-de-uma-radiocomunicacao-de-emergencia\/","title":{"rendered":"A dura\u00e7\u00e3o de uma radiocomunica\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia&#8230;"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quanto mais curta for a comunica\u00e7\u00e3o maior poder\u00e1 ser a dificuldade de garantir a fiabilidade da mensagem recebida, pois l\u00e1 diz o ditado popular que &#8220;depressa e bem n\u00e3o h\u00e1 quem&#8221;, contudo, neste contexto \u00e9 refor\u00e7ada a import\u00e2ncia dos equipamentos port\u00e1teis ( a bateria), tal como a import\u00e2ncia da autonomia e de baterias suplementares e formas de as recarregar quando falha e rede de distribui\u00e7\u00e3o de energia. Podemos considerar a possibilidade de utiliza\u00e7\u00e3o de d\u00ednamos, carregadores de liga\u00e7\u00e3o \u00e0 tomada de isqueiro de autom\u00f3vel, pain\u00e9is solares port\u00e1teis, ou at\u00e9 em alguns casos de mini geradores e\u00f3licos ou movidos a \u00e1gua. Ainda assim, importa estar preparado para a possibilidade de ser surpreendidos  num momento de imprepara\u00e7\u00e3o, pelo que pode ser crucial para o sucesso da comunica\u00e7\u00e3o, o treino especial de transmiss\u00e3o r\u00e1pida, do tipo do que \u00e9 usado por equipas t\u00e1ticas de emerg\u00eancia, com as necess\u00e1rias adapta\u00e7\u00f5es \u00e0 especificidade da miss\u00e3o, ao mesmo tempo que, se deseja que se utilizem procedimentos radiotelef\u00f3nicos standard. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ideal seria uma comunica\u00e7\u00e3o calma e pausada, mas o poss\u00edvel devido a diversos fatores tais como a autonomia de bateria, as condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a no local ideal, entre ouras,  \u00e9 por vezes uma comunica\u00e7\u00e3o muito breve.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os exerc\u00edcios de radiocomunica\u00e7\u00f5es com objetivos de aplicabilidade em emerg\u00eancia devem por isso ter em conta entre outras quest\u00f5es, uma quest\u00e3o constante, quanto tempo se demora a transmitir uma mensagem possibilitando que face \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de  rece\u00e7\u00e3o \u00e9 recebida e compreendida com total fiabilidade? <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A quest\u00e3o faz-nos certamente pensar em diversas vari\u00e1veis necess\u00e1rias para uma resposta, mas o objetivo deste artigo n\u00e3o \u00e9 uma resposta, mas sim a consciencializa\u00e7\u00e3o de que o treino rotinado de brevidade nas comunica\u00e7\u00f5es \u00e9 uma potencial necessidade real em situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este \u00e9 um dos objetivos que a APROSOC procura aprimorar nos seus exerc\u00edcios de radiocomunica\u00e7\u00f5es cidad\u00e3s aos domingos de manh\u00e3, abertos a todos os interessados. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pense nisto! <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quanto mais curta for a comunica\u00e7\u00e3o maior poder\u00e1 ser a dificuldade de garantir a fiabilidade da mensagem recebida, pois l\u00e1 diz o ditado popular que &#8220;depressa e bem n\u00e3o h\u00e1 quem&#8221;, contudo, neste contexto \u00e9 refor\u00e7ada a import\u00e2ncia dos equipamentos port\u00e1teis ( a bateria), tal como a import\u00e2ncia da autonomia e de baterias suplementares e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":270,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-269","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/269","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=269"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/269\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":273,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/269\/revisions\/273"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/270"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=269"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=269"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprosoc.pt\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=269"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}