APROSOC não vocacionada para interagir nas redes sociais

Estimados seguidores…
Infelizmente a APROSOC não consegue nem está vocacionada para atentar permanentemente às redes sociais, somos um grupo de pessoas comuns com atividades comuns, unidas por objetivos comuns numa organização da sociedade civil. Compreender a APROSOC implica conhecer e compreender os seus fins estatutários e, por muito que gostássemos de interagir mais com os nossos estimados seguidores, infelizmente não o conseguimos fazer, motivo pelo qual muitas questões ficam por responder.
Por outro lado, o facto dos dirigentes da APROSOC terem deveres para com os seus Associados, implica a prioridade de resposta aos Associados pelos canais internos a eles reservados.
A APROSOC é uma organização de direito privado, embora de interesse público e, o seu foco na ação voltada para o público em geral passa pela produção de informação pública, de ações de sensibilização presenciais e online, bem como na intervenção de apoio às populações afetadas quando estritamente necessário, não passa pela interação nas redes sociais, pelo que não deve o público esperar por parte desta organização de direito privado, aquilo que aos organismos públicos compete.
Agradecemos a compreensão de todas e todos os nossos seguidores.

Reflexão

Na sociedade global há uma crescente consciência de que os perigos e vulnerabilidades estão em constante mutação, mas sempre presentes. Somente através da preparação para a autoproteção cada cidadão estará mais preparado num processo que nunca estará completo e que carece de manutenção e desenvolvimento.

A consciência da necessidade de um kit individual de emergência por cada cidadão, a par das reservas individuais que lhe conferem alguma autonomia, são vantagens que se constroem a cada dia que passa, seguramente conducentes a uma maior probabilidade de sobrevivência face a fenómenos extremos.

É embebida deste espírito major e, do sentido de serviço público que norteia a APROSOC – Associação de Proteção Civil que diariamente acompanhamos e analisamos o que acontece em Portugal e no mundo, em constante busca de informação que possibilite uma preparação mais vanguardista, capaz de contribuir para que aqueles que a praticam usufruam de maior segurança, mas também, para que não sejam parte do problema para os serviços de emergência e proteção civil e, tanto quanto possível sejam parte das soluções em convergência com a ação desenvolvida por esses serviços.

Somos críticos, por vezes muito críticos em relação a entidades e organismos, não por lhes desejarmos mal, mas porque esta é a diferente forma encontrada para os instar a fazer mais e melhor, face à inércia geralmente resultante de tempos de normalidade que, se revela geralmente como inépcia quando a normalidade é alterada por fenómenos de destruidora exceção.

Confunde-se por vezes a ação instigadora da proficuidade na ação, com a falta de respeito pelas organizações e organismos do Estado, contudo, o curso da atividade que desenvolvemos tem provado que nos momentos mais difíceis tais aparentes crispações se tornam etéreas, revelando-se a natural e harmoniosa convergência de esforços para alcançar as soluções.

É neste contexto que, desejamos continuar a contribuir para uma sociedade mais empenhada na sua segurança, no idealismo de que cada cidadão seja um cidadão preparado e capaz de resistir aos fenómenos adversos que ameassem a sua integridade física, bem como ser resiliente, sempre no que à proteção civil é atinente e, procurando ir mais além estando tendencialmente um paço mais à frente, mas, sem esquecer quem está um ou vários paços mais atrás.

A parceria entre a APROSOC – Associação de Proteção Civil e cada um dos cidadãos, coexiste na dimensão da ação que diariamente levamos a cabo e que, é correspondida por todos os que nesta Associação buscam informação conducente à sua autoproteção, bem como dos organismos públicos que nos acompanham.

Esta humilde Associação faz o que lhe é possível fazer com os recursos próprios e, reconhece o trabalho de muitas outras organizações que nas suas vertentes vocacionais procuram também elas contribuir para um futuro mais seguro e risonho.

Obrigado a todos os que nos seguem e apoiam e, um agradecimento muito especial aos nossos Associados individuais e coletivos, sois vós a espinha dorsal desta Associação.

João Paulo Saraiva
Presidente da Direção

Corpos Sociais 2021 ~2026

Assembleia Geral :

  • Presidente | Dr. Nelson Batista (03)
  • Secretário | Ana Costa (242)
  • Secretário | Andry Nunes (243)
  • Suplente  | José Gomes (226)

Conselho Fiscal :

  • Presidente | Hugo Franco (110)
  • Vogal | Arqt.ª Ana Cristina (07)
  • Vogal | Dr. Victor Martins (11)

Direção :

  • Presidente | João Saraiva (01)
  • Vogal | Dr. André Tavares (02)
  • Vogal | Sérgio Matias (86)

Corpos Sociais 2021 ~2026

Assembleia Geral :

  • Presidente | Dr. Nelson Batista (03)
  • Secretário | Ana Costa (242)
  • Secretário | Andry Nunes (243)

Conselho Fiscal :

  • Presidente | Hugo Franco (110)
  • Vogal | Arqt.ª Ana Cristina (07)
  • Vogal | Em substituição

Direção :

  • Presidente | João Saraiva (01)
  • Vogal | Dr. André Tavares (02)
  • Vogal | Sérgio Matias (86)

Objetivos Estatutários

“I. Na prossecução dos seus objetivos gerais, compete à APROSOC:

1. Agregar cidadãos interessados nos assuntos da Proteção Civil, no sentido da sua autoproteção e da proteção, socorro e auxílio de proximidade aos seus semelhantes, outros seres vivos e bens;

2. Fomentar a partilha do conhecimento conducente à preparação individual e familiar para prevenção, mitigação e intervenção face à previsível ou verificada ocorrência de acidente grave ou catástrofe, através da promoção de uma cultura de segurança coletiva a partir da responsabilização individual, no que à proteção civil é atinente;

3. Fomentar o planeamento de emergência, a equipagem e treino individual e familiar dos cidadãos para a autoproteção;

4. Defesa dos legítimos direitos dos cidadãos no acesso aos serviços de emergência e proteção civil, bem como aos cuidados de saúde, incluindo serviços de emergência médica intra/extra-hospitalar, de qualidade e atempados;

5. Prevenir riscos coletivos inerentes a emergências, acidentes graves ou catástrofes, atenuar os seus efeitos, proteger e socorrer as pessoas, outros seres vivos e bens em perigo quando aquelas situações ocorram, sem nunca se substituir aos serviços e agentes de emergência e proteção civil, através dos seguintes eixos de atividade:

a) Informação e formação das populações sobre a prevenção dos riscos coletivos e a minimização das consequências, visando a sua sensibilização em matérias de autoproteção;

b) Proteção, Socorro, Salvamento e Assistência às pessoas, animais e bens em perigo a desenvolver por voluntários com competências técnicas, capacidades e disponibilidades próprias.

c) Apoio à reposição da normalidade em situação de acidente grave ou catástrofe;

II. As formas de atuação, no âmbito dos principais eixos acima enumerados, são as seguintes:

1. Promoção de ações de sensibilização e de informação das populações no domínio da Proteção Civil e da autoproteção face a riscos;

2. Realização de ações de formação cívica, orientadas para a educação para o risco e para a autoproteção no que à Proteção Civil é atinente (incluindo o socorrismo, a radiocomunicação, entre outras conexas);

3. Enquadramento de voluntários a título individual, incluindo voluntários informais que se revelem indispensáveis para resposta a situações decorrentes de estados de necessidade em contexto de Emergências de Proteção e Socorro, aproveitando os saberes, competências, capacidades e disponibilidades próprias de cada um;

4. Reforço da difusão de avisos às populações com recurso a meios próprios de comunicação;

5. A realização e participação em exercícios e simulacros de proteção civil, socorrismo, radiocomunicações e outras atividades conexas;

6. Auxílio à reabilitação de redes e serviços específicos;

7. Apoio na logística de suporte às operações de socorro e de apoio às pessoas e outros seres vivos afetados;

8. Auxílio na instalação, manutenção, desinstalação e guarnição de estruturas temporárias necessárias às operações;

9. Promoção das Radiocomunicações Cidadãs (CB 27 MHz (citizens band), PMR446 (personal mobile radio 446 MHz), amadoras e outras, como redes alternativas à inexistência permanente ou temporária das telecomunicações de acesso público;

10. Investigação para apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico das radiocomunicações, orientada pelas necessidades do voluntariado de proteção civil e da autoproteção das populações;

11. Apoio às radiocomunicações de emergência, como alternativa na falha ou inexistência de telecomunicações de acesso público em caso de acidente grave ou catástrofe, possibilitando a ponte entre os cidadãos a necessitar de auxílio e/ou socorro e os serviços e agentes de emergência e proteção civil;

12. Apoio ao desenvolvimento de ações de busca, salvamento, movimentação das populações afetadas e de proteção de animais e bens, da propriedade e do ambiente;

13. Apoio social e psicológico às vítimas de acidente grave, catástrofe, ou no combate à simples exclusão ou isolamento social;

14. Realização de ações de avaliação e reconhecimento de perigos, vulnerabilidades ou danos;

15. Assistência, prevenção, socorro pré-hospitalar, solidariedade social e ajuda humanitária em situações de urgência ou emergência face a acidente grave ou catástrofe;

16. Colaboração em outras ações de apoio integradas no Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro;

17. Observação cívica da adequação e condução das políticas estratégicas no âmbito das atividades vocacionais desta Associação (Saúde, Emergência, Proteção Civil e outras conexas) orientada pelos legítimos interesses e direitos dos cidadãos e das organizações, conducente à apresentação de estudos, relatórios e propostas de soluções junto do poder político instituído nos seus diferentes patamares territoriais e das demais entidades competentes.”

Principais Intervenções do Agrupamento de Voluntários de Proteção Civil

18 de Junho de 2017

Incêndio rural – Pedrogão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos

Missão: Reconhecimento e Avaliação de Situação

12 de Agosto de 2017

Incêndio Rural – Ferreira do Zêzere

Missão: Apoio Direto à População

15 de Outubro de 2017

Incêndio Rural – Pedrogão Pequeno

Missão: Apoio Direto à População (evacuação de idoso acamado em perigo, apoio às radiocomunicações de emergência)

6 de Agosto de 2018

Incêndio Rural – Monchique

Missão: Abastecimento e distribuição de alimentação às forças no terreno.

6 de Outubro de 2018

Incêndio Rural – Parque Natural Sintra Cascais

Missão: Apoio às radiocomunicações de emergência e Apoio direto às populações

26 de Julho de 2020

Incêndio Rural – Oleiros

Missão: Apoio direto às populações na proteção das suas habitações e desobstrução de acessos rodoviários para os meios de socorro

14 de Setembro de 2020

Incêndio Rural – Proença e nova

Missão: Desobstrução de acessos rodoviários para os meios de socorro