Categoria em PROTEÇÃO CIVIL

RECINTO DAS FESTAS DE OEIRAS, A CATÁSTROFE ANUNCIADA

A APROSOC visitou ontem o recinto das Festas de Oeiras e, as insuficiências encontradas ao nível do planeamento de segurança são gritantes, determinando que só por acaso ali não ocorre uma catástrofe.

Analisamos alguns riscos e, concluímos que as falhas encontradas são inadmissíveis num concelho que se afirma um dos melhores para viver e trabalhar.

Observa-se o seguinte:

  1. A sinalética aplicada não possibilita a adequada visibilidade em caso de apagão, bem como as distâncias a que se encontram colocadas
  2. O recinto está localizado a 350metros da linha de água do oceano atlântico, com um cota de 5 metros, sem qualquer sistema de aviso de tsunami.
  3. O recinto não tem controlo de acessos sendo a circulação de pessoas, animais, armas e engenhos explosivos totalmente livre.
  4. Embora esta não seja uma zona sismologicamente muito ativa o risco existe, tal como o de acidente sideral.
  5. Não se observam no recinto quaisquer recomendações suficientemente visíveis nem dispensadores de máscaras ou dispensadores de produto higienizante das mãos.
  6. e os seus ângulos dificultam a sua visibilidade em vários ângulos, bem como a visibilidade a cidadãos com deficiência visual parcial.
  7. Não existem corredores ou espaços reservados a pessoas com deficiência e em caso de necessidade de evacuação imediata do recinto estes estariam mais vulneráveis.
  8. Em caso de necessidade de evacuação imediata, o número de acessos e sua largura impossibilita o fluxo adequado de pessoas, possibilitando muitos prováveis atropelos, esmagamentos e consequentes ferimentos ou mortes. A ausência de sinalética que indique sentidos de entrada e sentidos de saída, bem como a direção do local seguro em caso de tsunami (por exemplo), é outra grave lacuna verificada e que inevitavelmente contribuiria para o número de vítimas.
  9. Não se observam corredores sectorizantes destinados a facilitar a deslocação das equipas de emergência no recinto, estando assim dificultada e a carecer da boa vontade das pessoas presentes no recinto.
  10. Observa-se o acesso a bebés e crianças, muitas delas em carrinhos de bebé, possibilitando a exposição destes a volumes de som potencialmente gerador de danos cocleares irreversíveis, contribuindo assim para o aumento do número de casos de cidadãos com deficiência auditiva.
  11. A ausência de videovigilância do recinto possibilita que umas infinidades de situações não sejam detetadas em tempo útil.
  12. Não se observa nos agentes de proteção civil (PSP, Polícia Municipal, Bombeiros) ali presentes, equipamento de proteção individual adequado ao cumprimento das suas missões nas diferentes situações possíveis de ali ocorrer.
  13. O controlo de tráfego e a ausência de planeamento de tráfego a pensar no evento, dificultaria o fluxo de veículos de emergência em caso de necessidade decorrente de acidente massivo.
  14. A ausência de sistema que possibilite contabilizar o número de visitantes, bem como a indefinição da lotação do recinto, impossibilita a adequação do dispositivo de segurança.

Conclui-se, portanto, que, um município que se afirma como vanguardista, no que concerne à segurança naquele recinto público, aplicou um dos conceitos de segurança mais conhecidos “o tudo ao molho e fé em Deus”.

Numa escala de 0 a 1o, a APROSOC – Associação de Proteção Civil, avalia a segurança naquele evento (quanto aos aspetos avaliados) em 3.

 

SEM REDE

5 anos passaram desde a tragédia de junho de 2017 e, muitas zonas que então não tinham rede de telemóvel continuam a não ter, outras felizmente passaram a ter.

Ajude-nos a compreender o que mudou desde então, informe-nos dos casos de que seja testemunha em que continua a não haver rede fora dos edifícios e dos casos onde passou a haver rede. Indique-nos por favor a localidade em causa.

Pode informar-nos em resposta a este artigo na zona de comentários, pelo e-mail: [email protected], ou por telegram ou WhatsApp 910 910 112.

O objetivo deste apelo é instar o poder político instituído a exercer sobre os operadores de telecomunicações as ações conducentes à resolução dos problemas identificados, não estamos a prometer nada para além de que faremos a nossa parte.

Ficamos muito gratos pela atenção e tempos dispensado,

APROSOC

APROSOC propõe rede de comunicações das Organizações de Voluntariado de Proteção Civil (OVPC)

A APROSOC – Associação de Proteção Civil é, uma das, organizações de voluntariado de proteção civil especializada em radiocomunicações de emergência, tendo por este motivo a iniciativa de propor que se criem redes comuns a todas as OVPC que a elas pretendam aderir, respeitando-se o direito de cada OVPC ter a sua identidade própria e por isso poder ter se assim o entender redes próprias e exclusivas de modo a garantir a salvaguarda da privacidade das suas atividades internas.

Defende assim a APROSOC que para além das diferenças que caracterizam e dão identidade a cada OVPC, estas organizações atentem ao facto de inevitavelmente mais cedo ou mais tarde todos precisarem de todos e a ação de cada uma poder ser convergente ou complementar da de outras. Neste contexto, faria sentido existir nas redes sociais um canal estratégico entre representantes de todas as OVPC, bem como um canal participado por todos os membros das OVPC que a ele entendam aderir e partilhar informação.

Por outro lado, a falta de estratégia de radiocomunicações, faz atualmente com que várias entidades recorram a frequências que não estão legalmente autorizadas a usar, ou que ainda que a frequência seja livre, a potência e equipamento usado não são lícitos nas referidas frequências, sendo que não existe um plano de frequências comum que em caso de emergência num teatro de operações complexo possibilite a comunicação entre estas diferentes OVPC, gerando assim constrangimentos semelhantes aos que se observam nos agentes de proteção civil com o SIRESP.

Um plano nacional acordado entre todas as OVPC que desejem aderir, pode representar uma ampliação de capacidades e, contribuir em muito para aumentar a segurança de todos os operacionais das OVPC.

A APROSOC está disponível para colocar diferenças e diferendos de parte, possibilitando que surjam sinergias coordenadas entre aderentes, como aquelas que se observam por exemplo entre corporações de bombeiros, cada uma com a sua identidade própria, mas que no terreno se auxiliam mutuamente sempre que necessário.

Neste sentido e, crendo ser do superior interesse público, a APROSOC manifesta abertura a todas as OVPC disponíveis para dar início e desenvolver as redes comuns às OVPC.

Entenda-se por OVPC não apenas as reconhecidas pela ANEPC, mas todas aquelas que independentemente do reconhecimento, prossigam atividades que concorram para fins de proteção civil e sejam tidas como uma mais valia no apoio desde que tenham génese Associativa e por isso não lucrativa.

Os representantes interessados na concertação sobre este assunto, podem se assim o desejarem contactar-nos através do e-mail: [email protected] ou telefone 910 910 112.

Não pretendemos assumir a liderança do projeto, somente somos uma das partes potencialmente interessadas e disponíveis para o diálogo, dai resultando a iniciativa.

EXERCÍCIO DE HOMENAGEM “17-06-2017”

Em 17, 18 e 19 de junho de 2017, vizinhos que não se falavam em muitos casos há décadas, ajudaram-se uns aos outros durante os trágicos incêndios que ficaram conhecidos por sendo de Pedrogão Grande, mas que atingiram outros concelhos.

Em 2022, a APROSOC lança um repto a todos os Cidadãos, Grupos e Associações, o de colocarem de parte diferenças e diferendos e, convergirem esforços no sentido de fazerem um exercício nacional de radiocomunicações de âmbito local, de modo a colocar à prova as competências e capacidades instaladas nas comunidades de radiocomunicações cidadãs e amadoras.

Neste contexto, convidamos todos os cidadãos para, na próxima sexta feira entre as 21 e as 22 horas, em homenagem às vítimas falecidas ou sobreviventes dos trágicos incêndios de 2017, estabelecerem contacto com outras estações em CB, PMR446 ou VHF de Radioamador, nas frequências que foram usadas nos incêndios em Pedrogão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos.

Os membros da APROSOC, a partir das suas residências ou locais estratégicos, responderão sem qualquer discriminação a todas as estações que se façam presentes  nas frequências indicadas, colocando de parte todos os diferendos e diferenças, num gesto de humildade indissociável do facto de que, em situações de acidente grave ou catástrofe a ajuda vem por vezes de onde menos se espera e, “mais cedo ou mais tarde todos precisamos de todos”, porque, “qualquer catástrofe possível de ocorrer, mais cedo ou mais tarde ocorrerá” e, “ninguém pode garantir que esteja tão bem preparado que não precise de outro alguém”.

Esta é uma proposta “de coração aberto”, uma proposta de paz, união, aproximação e empatia com todos os nossos semelhantes, irmãos da espécie humana nesta casa que a todos nos acolhe e que chamamos Terra.

Tal como em junho de 2017, estaremos operativos em:

  • CB canal 19 FM/AM
  • PMR446 canal 2
  • VHF 145.500MHz NFM para chamada e 145.450MHz para operação

Não são atualmente estes os canais que usamos, mas foram estes os canais que usámos naquela tragédia.

Não importa que equipamentos se usam em emergência, importa que funcionem e cumpram a missão sem prejudicar terceiros, ninguém deve recear o que quer que seja neste exercício, pelo contrário, devem esperar de todos uma postura cordata e de sentida homenagem.

Não importa que não saiba comunicar via rádio, ninguém nasce ensinado. Se assim o desejar, recomendamos que procure replicar os melhores exemplos nos procedimentos radiotelefónicos, deixe um espaço de 3 segundos entre transmissões, seja breve e objetivo na sua transmissão, use a expressão “escuto” ao passar a palavra a outra estação, refira sempre o nome de estação a quem passa a palavra, termine a transmissão quando nada mais tem a transmitir usando para isso a expressão de serviço “terminado”.

Tal como em Teatros de Operações, os membros da APROSOC não vão tendencialmente utilizar qualquer prefixo nas radiocomunicações cidadãs ou privativas, somente os seus números de Associado e, em caso de necessidade diferenciadora utilizarão o prefixo “APROSOC”.

Algumas estações da APROSOC vão transmitir e registar mensagens alusivas às operações de socorro naquela incêndio se desejar participar também na receção e registo ou mesmo transmissão de mensagens temos muito gosto em interagir com todos.

Pedrógão Grande, junho de 2017, 66 vítimas mortais. Para que tragédia idêntica não se repita, previna-se, prepare-se, equipe-se, forme-se, treine-se, estabeleça ligações e laços locais, e comunique.

A Direção 

A CATÁSTROFE DE PEDROGÃO GRANDE 5 ANOS DEPOIS

5 anos após a catástrofe de Pedrogão Grande, a APROSOC observa alguns sinais importantes de melhoria do Sistema Nacional de Proteção Civil, muitas promessas incumpridas e, mais por faze do que aquilo que foi feito e era expectável ter sido feito.
Ao nível da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e, dos agentes de proteção civil, há alguns indicadores positivos no âmbito da intervenção, contudo, no âmbito do envolvimento das populações, sua equipagem e treino, o pouco que existe é tão pouco que não tem expressão e, são meras amostras que caracterizam a ausência de responsabilidade da administração central do Estado nos seus diferentes níveis político territoriais em Portugal Continental.

Criaram-se, e bem, diplomas de incentivo à ação autárquica, contudo, a ausência de um regime sancionatório do incumprimento por um lado e, não menos importante, pelo contrário, um adequado pacote de financiamento, impossibilitaram a implementação das recomendações constantes do Decreto Lei 44/2019, que ficou esquecido na gaveta da maioria das autarquias.

Há inegavelmente desenvolvimentos, contudo, a lentidão por um lado e, a falta de estratégia central e local por outro, retiram-nos a esperança de que a memória das vítimas venha a ser honrada pelos atos conducentes a que tal tragédia se repita no futuro, tornando-o uma inevitabilidade. Não cremos que um monumento honre a memória das vítimas ou recompense os sobreviventes, mas sabemos que seguramente dará aos governantes a oportunidade para o protagonismo mediático de mais uma inauguração.

INÉRCIA NA AUTARQUIA DE VILA FRANCA DE XIRA GERA ACRÉSCIMO DE TRABALHO PARA A APROSOC

O facto da Autarquia de Vila Franca de Xira e suas Juntas / Uniões de Freguesia ignorarem o Decreto Lei 44/2019 no que respeita à constituição de Unidades Locais de Proteção Civil e a inerente integração de voluntários, faz com que vários cidadãos residentes em freguesias daquele concelho tenham recentemente procurado a APROSOC – Associação de Proteção Civil em busca de atividades de voluntariado de vigilância florestal, entre outras no âmbito do voluntariado ambiental e de proteção civil.

Assim, não estando a APROPSOC vocacionada para se substituir aos serviços municipais de proteção civil, gabinetes municipais de defesa da floresta contra incêndios e, unidades locais de proteção civil, tem esta Associação recomendado aos interessados que contactem a corporação de bombeiros da sua área de residência para a eventual possível integração nas atividades em causa, atendendo ao facto de que a autarquia não possui programas nesse âmbito.

A APROSOC considera de uma incomensurável desfaçatez e incompetência o facto de muitas autarquias, entre elas em Vila Franca de Xira, Oeiras, e muitas mais, não aproveitarem o que a Lei lhes confere no âmbito da proteção civil, só podendo por isso lamentar a inércia e inépcia denotadas por todas as autarquias em semelhante situação.

NB.: A não existência de unidades locais de proteção civil no concelho de Vila Franca de Xira, foi hoje telefonicamente gentilmente confirmada pelas 13h18m pelo operador de serviço ao Serviço Municipal de Proteção Civil de Vila Franca de Xira, que nos atendeu de forma irrepreensível.

Desejamos sinceramente que a Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira, bem como as dos por demais concelhos em semelhante situação, deliberem no sentido da alteração desta realidade funesta ao interesse público.

APROSOC entrega mais 6 rádios PMR446 a pessoas desprotegidas

Quando da intervenção da APROSOC nos incêndios em 2017 na região Centro e, sequente estudo realizado em diversas aldeias afetadas ou em risco de o serem, foram identificados alguns casos de vulnerabilidade a prazo e, porque não esquecemos as pessoas com quem nos cruzamos, em 2022 veio a confirmar-se numa dessas aldeias o que temíamos, somente 5 habitantes já idosos e debilitados, numa aldeia em que a rede de telemóvel não entra em suas casas e em que, em caso de aflição os seus habitantes não têm como pedir sequer ajuda a um vizinho. Por questões de segurança face à vaga de assaltos a pessoas vulneráveis não vamos aqui identificar a aldeia, contudo, temos orgulho em anunciar que, entregaremos esta semana mais 6 rádios PMR446, 5 que serão distribuídos pelos moradores isolados e, um 6º que será entregue a uma Associação recreativa e social de uma aldeia próxima e em local mais elevado que garante a comunicação, para manter o contacto regular com os moradores e em caso de necessidade pedir ajuda via 112, já que dispõe de rede de telemóvel e telefone fixo em várias habitações e numa mercearia.

Antes desta decisão foi efetuado um teste de adaptação após formação e, apesar de algumas dificuldades todas as pessoas passaram a conseguir operar um walkie-talkie, tendo mesmo enumerado diversas vantagens em relação ao telemóvel, a começar pelo facto de não terem de pagar recarregamentos a subtrair às suas parcas pensões de reforma, mas também que é uma forma de combater o isolamento social em especial em dias em que quer seja devido à chuva, ao sol muito forte ou poeiras em suspensão não seja recomendável sair à rua. Num dos casos concluiu-se que o utilizador só conseguia usar o rádio com um microfone de mão, dada a força que tinha de fazer no PTT (push-to-talk) do rádio e a dificuldade de o ver, tendo-se concluído que com o microfone de mão a operação decorria na perfeição.

Importa referir que foi testada a comunicação no interior de todas as habitações e que dada a proximidade todos se conseguem contactar a partir de dentro de casa, com exceção de um dos moradores que somente consegue contactar com outros três.

Por motivos práticos, os rádios fornecidos são leves, vão ter uma fita para usar ao pescoço e terão somente uma frequência programada para evitar a mudança acidental de canal.
Também o carregamento de bateria foi alvo de preocupação, tendo-se optado por entregar também carregadores de secretária de encaixe prático.

Esta oferta só é possível graças a um empresário mecenas que pretende manter o anonimato e que se disponibilizou de imediato a custear estes equipamentos bem como a sua manutenção futura e, a quem agradecemos ter-nos possibilitado cumprir mais esta missão em prol da segurança dos mais desprotegidos. O nosso incomensurável agradecimento.

RADIOCOMUNICAÇÕES FAMILIARES DE EMERGÊNCIA

Garanta que todos os membros da família (mais próximos) tem permanentemente consigo walkie-talkies PMR446 (personal mobile radio) ou rádios CB (citizens band) compatíveis, com pilhas ou baterias de reserva e, que todos os membros estão treinados para comunicar em caso de emergência no canal pré estabelecido para o efeito.

Tenha presente que quanto mais alto estiver maior a probabilidade de conseguir contactar com familiares com meios de radiocomunicação cidadã em locais mais baixos mas, se eles estiverem dentro de edifícios ou sob escombros a probabilidade de contacto aumenta com a proximidade.

Consulte a sua Associação de Proteção Civil especializada em radiocomunicações de emergência, para o/a aconselhar sobre as soluções mais adequadas ao seu caso e o/a orientar sobre o treino e plano de comunicações familiares.

Na APROSOC testamos exaustivamente meios de radiocomunicação cidadã para que você não tenha de se preocupar com isso e possa beneficiar de todo o nosso conhecimento acumulado, evitando perdas de tempo ou custos adicionais desnecessários.

Obesidade e sobrevivencialismo

Certamente todos compreendem que um corpo obeso tem maiores necessidade em termos alimentares do que um corpo mais magro e, que em caso de sobrevivência tudo se complica para quem tem excesso de peso, pois terá mais dificuldade em satisfazer as suas necessidades nutricionais. Pois bem, este pode ser um dos bons argumentos para perder alguns quilos, até porque quem tem uns quilinhos a mais para os manter terá à partida um maior dispêndio na aquisição de bens alimentares. Talvez por isso os mais reconhecidos sobrevivencialistas a nível mundial manifestam tanta preocupação com a manutenção da boa forma física.

Claro que cada caso é um caso e que cada pessoa terá as suas particularidades, contudo, serão as alegadas reservas em tecido adiposo uma vantagem? Terão as pessoas obesas algumas vantagens?

Se imaginarmos um cenário hipotético de caos social em que umas famílias têm de sobreviver sem acesso a mais alimentos ou com racionamento, e se um dos membros do agregado familiar é obeso, ele poderá ser visto como um problema, já que tenderá a ingerir mais alimentos para satisfazer as suas necessidades nutricionais, mas, se toda a família for obesa, estaremos perante uma redução da autonomia alimentar da família. Por outro lado, em caso de necessidade de evacuação as dificuldades serão maiores a pé, mas se for em veículo motorizado quanto maior o peso maior e esforço do motor para a sua locomoção e consequente consumo de energia elétrica ou combustíveis fósseis.

Talvez valha a pena pensar nisto!

João Paulo Saraiva
Presidente da Direção