Conselho de Agrupamento de Voluntários de Proteção Civil da APROSOC (ALPROCIVA nº 1)

18 de Setembro, 21 horas, na Rua Alfredo da Rocha Pereira N.º 6, Carnaxide, Portugal

Ordem dos Trabalhos:

1.Boas-vindas aos novos aspirantes a Voluntários de Proteção Civil

2.Apresentação da APROSOC e sua orgânica

3.Apresentação do conceito ALPROCIVA

4.Apresentação sumária da atividade formativa programada para o Agrupamento nº 1 para 2022 ~ 2023

5.Escolha do horário e dias das atividades

6.Seleção da App de contacto do agrupamento e criação do respetivo grupo

7.Outros assuntos de interesse geral

Aparece e traz um amigo

CORREIO DOS ASSOCIADOS

Estimados(as) Associados(as)

Na sequência da reunião informal desta noite, pela qual aqui quero agradecer aos presentes, bem como o apoio à decisão prestado, foi decidido o seguinte:
1. Extingue-se o prefixo OÁSIS na APROSOC e passa a vigorar nas comunicações lúdicas o nome de estação escolhido por cada Associado e que desde já agradeço que, se assim o desejarem, seja registado no formulário anexo para que todos os Associados saibam quem é quem;
2. O número de Associado será usado somente como indicativo rádio, quando se justifique em emergências (/operações de proteção e socorro);
3. Extingue-se o QSO domingueiro de manhã e, passamos a promover as radiocomunicações diárias em boas práticas, entre as 21:30 e as 22:30, tendo por canais/frequências tendenciais as constantes do cartaz anexo, sem prejuízo da realização de atividades de cariz mais técnico em dia e hora a combinar por iniciativa de qualquer associado.
Consultar Lista de Nomes de Estação em: https://docs.google.com/…/1hgEmaQ6vy6KDmIsU6Tmg…/edit…
Reitero os meus agradecimentos pela participação e ajuda prestada,
Saudações fraternas
João Paulo Saraiva
Presidente da Direção

RECOMENDAÇÃO AOS VOLUNTÁRIOS DE PROTEÇÃO CIVIL DA APROSOC SOBRE VIGILÂNCIA FLORESTAL

O Voluntário de Proteção Civil não tem competência delegadas de vigilância florestal, não tendo por isso privilégios de acesso a áreas interditas sob o argumento de estar a efetuar vigilância florestal. Recorde-se ainda que, o trabalho dos voluntários de proteção civil realiza-se sempre em equipa e sob a coordenação de responsável da OVPC a que pertencem, sendo qualquer atuação isolada um ato de cidadania que deve estar em plena harmonia com a legislação vigente.

Todo o qualquer cidadão tem o dever de informar os serviços de emergência caso detete algum foco de incêndio, no caso dos voluntários de proteção civil é expectável que o consigam fazer com maior proficiência, ou seja, que antes de ligar recolham com a máxima brevidade informação sobre a localização mais precisa possível (sem se deslocar ao local), bem como características do incêndio (fumo negro, fumo branco, e caso possível a direção em que se desloca e se lavra em meio rural, florestal, misto) e se há pessoas, animais, habitações ou outros edifícios em perigo.

A realização de ações de vigilância e patrulhamento florestal, só é enquadrada se autorizada pelo serviço municipal de proteção civil (SMPC), unidade local de proteção civil (ULPC), concessionário florestal, Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) ou  Guarda Nacional Republicana (GNR).

Não esquecer de informar ao operador o número de contacto, para a eventualidade de ele não o estar a identificar e necessitar de voltar a contactar consigo.

Esta chamada deve ser efetuada via 117 para não provocar constrangimentos à linha 112.

Ao identificar-se não perca tempo na identificação, diga dois dos seus nomes, e pode referir ser voluntário da OVPC APROSOC, lembre-se que o mais importante é salvar vidas e bens e não a sua identificação ou organização a que pertence.

Em caso de dúvidas sobre procedimentos a adotar não hesitem contactar os diretores técnicos de Proteção Civil da APROSOC:

  • Nelson Teixeira Batista – 932 373 060
  • João Paulo Saraiva – 910 910 112

Linha 112

Estimados colegas voluntários

Somente em situação de risco imediato de vida, seja a emergência de natureza médica, policial ou de salvamento, devemos ligar 112.

Sempre que não exista perigo imediato de vida, por exemplo em caso de acidente sem feridos, devemos contactar 117 para acionamento dos meios de sinalização, remoção e limpeza de via, sendo que, sempre que seja uma via concessionada devemos contactar o concessionário da via ou, caso seja uma via municipal, devemos contactar o respetivo serviço municipal de proteção civil.

Antes de ligar, assegure-se que tem na sua posse a seguinte informação:

  • Localização exata, com identificação da via, freguesia, localidade e sentido da interrupção do tráfego;
  • Número e tipo de veículos acidentados (ligeiros, pesados, de passageiros, de mercadorias, motociclos, …);
  • Matrícula dos veículos envolvidos;
  • Caso tenha de se ausentar do local, passe também ao operador que o atender, o número de contacto e nome de um dos intervenientes no acidente.

Um voluntário de proteção civil tem o dever cívico de conseguir colaborar de forma mais profícua com os serviços responsáveis pela reposição da normalidade. Não se esqueça de ser atencioso com as pessoas envolvidas, mas totalmente neutral.

Estimados Associados…

As telecomunicações de acesso público são frequentemente alvo de ataques, alguns dos quais provenientes de países com quem não temos as melhores relações. Importa por isso dotar as famílias de capacidade de comunicação alternativa, sem qualquer dependência de qualquer operador de telecomunicações móveis terrestres ou via satélite.

Recomendamos que cada membro da família tenha pelo menos um bom walkie-talkie PMR446, e que em casa automóvel exista um rádio CB com antena magnética, que combinem o canal de encontro e exercitem o uso desses equipamentos. É também por isso e para isso que instituímos o domingo de manhã para exercitar as radiocomunicações cidadãs, não somente para exercitar os procedimentos radiotelefónicos, mas para que cada um domine o manuseamento e funções de cada um dos seus equipamentos, porque não é adequado descobrir como funciona em caso de emergência.

Para além do exercício nacional de radiocomunicações aos domingos originado pela APROSOC, no concelho de Oeiras exercitamos também durante a semana, por exemplo no trajeto entre a residência e o local de trabalho, para que cada um reconheça os alcances possíveis e não conte com mais do que aquilo que pode contar, mas conte com tudo aquilo que pode contribuir para a segurança e bem-estar, seu e da sua família.

Ainda que não existisse uma guerra na Europa, tanto o risco de ataque informático, como um acidente sideral ou mesmo um sismo podem deixar zonas, regiões, o país ou mesmo o planeta sem telecomunicações de acesso público, nessa altura, você saberá que as radiocomunicações cidadãs ou amadoras são importantes, se estiver preparado para as usar.

Se cada cidadão tem o dever de estar preparado, cada Associado da APROSOC tem o dever moral acrescido de preparar os seus familiares para o pior vivendo a cada dia que passa o melhor que a vida tem para lhe oferecer.

Obrigado pela sua atenção,

LOUVOR

Estimados Associados

O nosso Vogal de Direção – Sérgio Matias, tem sido incansável no combate às interferências de que muitos se queixam mas que poucos agem e, que perturbam as comunicações de muitos. Hoje mesmo a ANACOM informou-o oficialmente da supressão de uma dessas fontes de interferência, um caso bem sucedido numa luta com muitas denuncias e muitos esforços para instar a ANACOM a fazer o que lhe compete na defesa do interesse público. Neste contexto, entendo ter o dever de louvar em nome da Associação, a sua luta num gesto simbólico que pretende demonstrar a incomensurável gratidão pelo trabalho que este nosso colega dirigente desenvolve com elevada competência e sentido de dever cívico, bem como agradecer o tempo e meios investidos nesta luta desgastante e muitas vezes inglória que desta vez teve um desfecho diferente.

Brinde de Adesão

Pontualmente a APROSOC oferece a alguns dos seus novos Associados e não só, equipamentos de radiocomunicações, com o objetivo de promover o desenvolvimento das radiocomunicações cidadãs. A analise de cada caso é efetuada pelo Presidente da Direção e tem por base o interesse e potencial para contribuírem para o aumento de atividade nas radiocomunicações cidadãs, potenciadora de novas adesões a esta forma de comunicar via rádio essencialmente em proximidade.

Desde 2015, são já mais de uma centena os rádios oferecidos pela APROSOC como brinde de adesão, incentivo ou preparação para emergência e, pretendemos manter esta prática que acreditamos ser conducente à melhor autoproteção.

Hoje mesmo mais um feliz contemplado recebe o seu primeiro rádio PMR446 quem será?