Categoria em CORREIO DOS ASSOCIADOS

Grupos APROSOC no Facebook

Estimados seguidores da APROSOC no Facebook

Foram inúmeros os pedidos de admissão que a APROSOC infelizmente teve de rejeitar desde que reservou os seus grupo Facebook a Associados. Este facto não se traduz de modo algum no facto de termos algo contra as pessoas que nos solicitam admissão nos grupos, mas sim no facto de as experiências havidas nesse sentido não terem produzido bons resultados em termos de participação ativa por parte dos membros que, na maioria dos casos retiravam mais dos grupos do que aquilo que davam aos grupos. Por este motivo, bem como para evitar alimentar o ego daqueles que se alimentam das polémicas que produzem com a informação interna de uma organização, os grupos Facebook da APROSOC são reservados a Associados, de modo a mantermos o controlo possível de um ambiente desejavelmente cordial, participado e de partilha reciproca.

Não pretendemos ser muitos, pretendemos ser amigos reciprocamente úteis.

Caso pretenda Associar-se pode fazê-lo em: ADERIR À APROSOC – APROSOC “Associação de Proteção Civil”

COMUNICADO | NORMA REVOGATÓRIA

Introdução 

Como é sabido a mentoria e gestão dos programas da APROSOC tem na maioria do casos por génese de mentoria do Presidente da Direção, sendo em muitos casos essas ideias aperfeiçoadas ou homologadas pela massa Associativa, contudo, recaem sobre o autor todas as responsabilidades sobre a mentoria. 

A rede de radiocomunicações OÁSIS, foi extinta na APROSOC por transferência para outra organização, por decisão do Presidente da Direção em Dezembro de 2021, contudo, face a um conjunto de desconsideração por parte de membros da organização beneficiada pela APROSOC neste e outros aspectos, e cuja sua fundação foi também da autoria do Presidente da Direção em exercício na APROSOC, em Junho de 2022 decide este reimplementar na APROSOC não uma rede “OÁSIS”, mas um programa “OÁSIS”.

Decisão
Sendo que a atribuição de nomes de estação OÁSIS da organização beneficiária, foi feita na sua esmagadora maioria pelo Presidente da Direção da APROSOC e, que todos os certificados foram atribuídos a Associados da APROSOC, constando deles a assinatura do Presidente da Direção da APROSOC, entende este revogar o certificado de Nome de Estação (QRA) OÁSIS, a todos os não Associados da APROSOC, com efeitos a partir da data do presente comunicado, declarando por isso a nulidade do mesmo.
Tratando-se um nome de estação algo facultativo, a presente revogação não proíbe a utilização da expressão verbal constituída pelo prefixo OÁSIS e sufixo numérico correspondente ao número de Associado, deixando contudo o mentor e signatário dos certificados de QRA  “OÁSIS” de reconhecer a legitimidade do uso por extinção da condição que gerava tal direito, a manutenção da condição de Associado da APROSOC, que, não fossem as reiteradas práticas atentatórias contra a imagem e bom nome e regular funcionamento desta Associação, não haveria necessidade de, aplicando-se por isso o princípio da reciprocidade. 


Reitera-se que, esta decisão recai somente sobre aqueles que deixaram de ser Associados da APROSOC e, inevitavelmente, a organização antes beneficiada mais cedo ou mais tarde reconhecerá que, para prosseguir a sua atividade da forma que o Artigo 46 da Constituição da República Portuguesa  consagra, será mais fácil se os seus membros não atentarem contra aquela que foi a sua casa mãe e, contra aquele que foi o seu mentor e co-fundador, sendo por isso mais fácil se adotarem uma identidade própria e não beneficiária do intelecto e trabalho daquele que está na génese da organização que atualmente integram. 

 

Mantém-se em vigor todos os certificados de “QRA OÁSIS” de todos os Associados de pleno direito da APROSOC.

NB.: Por uma questão de imparcialidade, o Presidente da Direção da APROSOC não convocou para o conselho consultivo sobre este assunto, os Associados da APROSOC que simultaneamente são Associados da organização visada.

Nota final
O Presidente da Direção da APROSOC, declara entender tudo ter feito para evitar este desfecho menos cordial, contudo, os atos praticados por alguns membros da organização beneficiada, não lhe deixaram alternativa extrajudicial que não a adotada e constante do presente comunicado. Ressalva-se ainda que, os factos praticados contra a imagem, bom nome, regular funcionamento da APROSOC, bem como contra a imagem e bom nome do seu Prtesidente da Direção, não foram praticados pela maioria dos mebros da organização beneficiada, existindo por isso ainda alguns que nos merecem respeito e consideração, contudo, não poderiam a esta caso ser aplicados dois pesos e duas medidas. 

A APROSOC, o seu Presidente da Direção e, todos os membros desta Associação, estão empenhados na manutenção das boas relações com todos os que respeitam a APROSOC e seus membros, não podendo contudo tolerar atos de ingratidão por vezes com enquadramento a roçar o enquadramento criminal.

Lá diz o ditado popular “quem não se sente não é filho de boa gente” e, o que na APROSOC pretendemos cultivar é a amizade, as boas relações com todos os que nos respeitam independentemente de estarem ou não de acordo connosco, não sendo tolerado tudo aquilo que nos impossibilite de cultivar essa amizade, partilhar livremente conhecimentos e contribuir para a difusão de uma cultura técnica e científica dentro do espírito e das balizas da legislação vigente. Respeitaremos os direitos de todos os nossos concidadãos e organizações, tendo esses e essas o dever de respeitar todos os nossos legítimos direitos. 

Para que não restem dúvidas, o presente comunicado revoga a cedência da “REDE OÁSIS” à organização visada, deixando-se ao seu critério continuar a usufruir do mérito da organização e mentor na génese da referida rede ou, adotar um programa da sua própria autoria com QRA da sua própria autoria.

João Paulo Saraiva Amaral da Encarnação
Presidente da Direção

SOLIDARIEDADE SOCIAL, A VERTENTE MENOS VISÍVEL DA APROSOC

Estimados Associados e Amigos

A ação de apoio social da APROSOC foi intensificada em consequência da pandemia e, embora aparentemente tudo tenha voltado à normalidade, no mundo real são cada vez mais as pessoas e as famílias a necessitar de auxílio de ordem diversa.
Durante a pandemia o tipo de apoio prestado pela APROSOC foi de ordem diversa, tal como a voz amiga, a entrega pontual de bens essenciais a pessoas deles a necessitar, o estabelecimento de comunicações, a geração de laços de amizade para quebrar o isolamento social, entre outras. Contudo, os apelos amontoam-se e não lhes podemos ficar indiferentes em especial quando nos chegam por parte de organizações de solidariedade social geograficamente próximas e, é neste contexto que hoje nos dirigimos aos nossos Associados e Amigos. Temos um apelo de uma organização vizinha que apoia atualmente mais de 500 famílias e que envia bens para famílias carenciadas até para fora do concelho de Oeiras, para auxiliarmos na preparação e distribuição de cabazes de bens essenciais a pessoas e famílias carenciadas e, gostaríamos de ajudar esta organização legalmente constituída e reconhecida, que tem um armazém de grande área atulhado de produtos para fazer chegar às pessoas e famílias que deles necessitam para sobreviver com o mínimo de dignidade. Neste contexto, gostaríamos de organizar uma equipa de voluntários para, pelo menos uma vez por semana (dias de semana ou fim de semana em dia fixo) ao fim da tarde, prepararmos e distribuirmos esses bens essenciais.

Não pedimos a quem nos pretenda ajudar que se associe ou que pague Jóia e quotas, apenas que se registe como voluntário de ação social para podermos cumprir a nossa obrigação de inclusão no seguro de voluntariado e demais obrigações legais conforme estipulado na Lei 71/98. Esta não é uma ação para angariar receitas para a APROSOC, mas sim uma ação para a APROSOC ajudar quem mais precisa a troco de nada, embora saibamos que recebemos sempre algo muito reconfortante, por vezes “sorrisos”, por vezes “obrigados”, por vezes “histórias de vida impressionantes ou mesmo fascinantes”, bem como o quão aprazível nos é a salutar camaradagem do trabalho solidário e, do combate ao sedentarismo e isolamento social.

Para se registar como voluntário e desencadear o processo de entrevista de integração, pode se assim o desejar, preencher o seguinte formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc1VMUeyv1nMTIMr3ysmGRKmy4ZNKO6uBpK6P5LIsC_Us7BJg/viewform

Ajude-nos a proteger os mais vulneráveis

Recomendação sobre o uso de prefixo nas radiocomunicações

Este artigo tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da proficiência dos rádio operadores da APROSOC e insere-se no trabalho continuado desta associação prossegue no âmbito da capacitação dos seus Associados para situações de emergência.

O uso de um prefixo é importante quando estão presentes num mesmo canal diferentes entidades, para que melhor se distingam, contudo, em comunicações lúdicas, a menos que seja para marcar território e, em comunicações de emergência, a menos que seja para distinguir diferentes entidades, o uso de um prefixo incrementa dispêndio de tempo de emissão e correspondente consumo de energia elétrica, o que no caso dos equipamentos a baterias ou pilhas, fará diferença no tempo de autonomia.

Embora muitas entidades / serviços exijam que a transmissão contenha sempre o prefixo e o sufixo, o mais racional e praticado em muitas outras cujo seu indicativo rádio é composto por prefixo e sufixo é que, o prefixo seja usado na chamada e quando a comunicação é terminada, ou quando a presença de outras estações o exige para haver uma inequívoca distinção, sendo durante a troca de informação usado somente o sufixo.

No âmbito das radiocomunicações lúdicas, deve competir a cada um fazer a gestão da sua identificação rádio como entenda, em especial tendo em conta a fonte de energia utilizada, contudo, em comunicações de emergência, ou mesmo lúdicas em que apenas estejam a comunicar elementos da mesma organização, torna-se mais prático o uso somente do sufixo.

Estimado Associado, gostaríamos de conhecer a tua opinião, caso tenhas uma opinião diferente ou complementar e, se assim o entenderes, agradecemos que a exprimas no teu grupo interno em: AMADORES DE RÁDIO CB, PMR446, LPD433, HAM | APROSOC | Facebook

Obrigado pela tua atenção

Autor: João Paulo Saraiva (CT1EBZ)
Consultor: João Plácido (CT1BIL)

COMUNICADO: PREFIXO “OÁSIS” (sim infelizmente de novo este assunto!)

Estimados Associados da APROSOC

O Presente comunicado sobrepõe-se a qualquer outro anterior que colida com o teor do presente.

Face à reivindicação de alguns estimados Associados da APROSOC ao longo dos tempos (em especial na e após a feira da rádio ocorrida da margem sul do tejo) sobre o direito adquirido de antiguidade do uso do prefixo “OÁSIS” e, de outros argumentos incontestáveis que aqui não vou expor por motivos de respeito à pessoa que os apresentou, entendo após o contacto com mais de 50% da massa Associativa e, do facto de maioritariamente terem defendido a manutenção do direito ao uso  desse prefixo, emitir o seguinte parecer que obviamente atendendo à natureza do assunto não tem caracter vinculativo, dependendo por isso de cada um a decisão de adotar o que bem entenda sobre o assunto.

De facto, o direito de antiguidade legitima os membros da APROSOC para o uso do prefixo “OÁSIS” e, compreende-se que para quem teve como primeiro nome de estação CB ou PMR446 o prefixo em causa, tenha por este um natural carinho, bem como uma compreensível mágoa de não poder continuar a usá-lo. Contudo, como é sabido, a Rede Oásis foi entregue a outra organização, não sendo à partida válido o argumento de terem não participado na decisão apreciável para o caso, atendendo a que “todos” foram convidados para o efeito.
É também verdade que, um Associado fez prova de não ter sido convocado para a supracitada reunião, até porque o seu endereço de e-mail não estava correto na base de dados da APROSOC e, não foi confirmada a receção da convocatória, sendo por isso a decisão passível de declaração de nulidade uma vez que o não convocado não a aceita. Apelo, contudo, a que compreendam que tal não resulta de incompetência da Direção ou do seu Presidente que conduziu todo o processo, mas sim de um lapso que pode acontecer a qualquer um, embora enquanto presidente da Direção não decline a inerente responsabilidade que assume na integra.

Quanto às reivindicações apresentadas por alguns Associados por sua iniciativa ou na auscultação telefonicamente ontem efetuada…

  1. Compreendo e aceito a reivindicação de que, “se alguém tinha de mudar não eram os sócios da APROSOC”, contudo tal foi amplamente debatido e procurei enquanto Presidente da Direção reunir o máximo consenso possível.
  2. Quanto ao argumento que me foi apresentado por um dos Associados na Feira da Rádio na margem sul, e por outro hoje telefonicamente de que: “só se devia usar o prefixo “FÉNIX” nas operações de emergência”, concordo, contudo, nas operações de emergência geralmente por uma questão de economia de tempo suprime-se o prefixo utilizando-se somente o sufixo, não vislumbrando por isso lógica relevante.
  3. Quanto ao argumento apresentado por uma Associada de que “o próprio 01 num gesto de carinho pela autoria original da Rede OÁSIS, usa o prefixo “OÁSIS 01” nas atividades da” outra organização, é um facto, embora normalmente acrescente “da APROSOC” ou “/FÉNIX 01”.
  4. Quanto aos colegas Associados e não Associados da APROSOC que referem a dificuldade de se habituar a outro nome de estação que não o “OÁSIS 01”, não se preocupem, tenho toda a legitimidade para o continuar a usar, embora tudo faça para evitar confusões.
  5. Quanto ao facto de alguns colegas referirem que “por vezes a boca foge para OÁSIS”, nada se me oferece comentar por não encontrar argumentos, pois parafraseando uma figura pública da área da proteção civil “podem tirar a pessoa do OÁSIS, mas não o OÁSIS da pessoa.
  6. Quanto ao argumento que alguns Associados têm de diversas formas dado a entender de que “o Presidente da Direção não acautelou os legítimos interesses da APROSOC ao dar de mão beijada, um programa cujo mérito é do próprio e da APROSOC”, aceito com toda a humildade a opinião, contudo, reitero que procurei reunir o consenso possível, não assumindo responsabilidade pela reduzida participação, embora sim, como invocado, a altura de Natal e fim-de-ano não fosse a melhor para o fazer e, faço aqui um “mea culpa”.
  7. Quanto ao argumento invocado por três Associados, de que “o termo Fénix está a ser alvo de joco/gozo/rizada, até por parte de alguns membros da organização a quem cedemos o prefixo “OÁSIS”, e que nos apelidam de “Rede Fónix”, é um argumento que infelizmente confirmo e para o qual não tenho argumentos para o destronar.
  8. Quanto ao argumento de um Associado que invoca que “na sua zona quando diz no rádio FÉNIX é alvo de gozo”, lamento mas a escolha do prefixo em causa foi também alvo de consulta e, não posso responsabilizar-me pelo que pessoas amorais praticam na CB, sendo que haverá seguramente situações mais graves, embora não desvalorize o sentimento de indignação do qual partilho, já que não é prática de membros da APROSOC esse tipo de comportamento que se observa essencialmente por parte de membros de uma organização informal popular de utilizadores da CB.
  9. Quanto aos Associados que invocaram que a escolha não terá sido feliz porque “FÉNIX” se confunde com Bombeiros ou outra organização assim denominada, sim, efetivamente tal foi, quando da analise de adoção deste prefixo, alvo de ponderação e, face às opiniões apresentadas na altura, tal não mereceu relevante preocupação. Talvez se os colegas se tivessem pronunciado a escolha fosse diferente.
  10. Quanto ao argumento hoje apresentado por um Associado de que “o Presidente da Direção só não volta atrás no prefixo com receio por medo da reação dos sócios da outra organização que tudo beneficiou da APROSOC e em nada beneficiou a APROSOC, pelo contrário”, permitam discordar, pois se há algo que não receio e nunca receei são mudanças, ter de pedir desculpas, encarar de frequente opositores, ou mesmo admitir erros e voltar atrás, não é disso que se trata e a seu tempo ficará patente para todos.

Conclusão
Em suma, enquanto Presidente da Direção, não tenho argumentos para destronar os que me foram apresentados e, reconheço aos Associados que façam questão de continuar a usar o prefixo “OÁSIS”, o direito de o usarem, até porque prefixos lúdicos cada um usa o que bem entender.
Sinceramente eu preferia não ter de regressar a este tema e preferia que não nos confundissem com outros projetos, reiterando, contudo, a minha inequívoca ilegitimidade para impedir os colegas que queiram continuar a usar o prefixo “OÁSIS” o fazerem.

Não vou por isso tomar qualquer decisão em definito sobre o regresso ao prefixo “OÁSIS”, somente deixar a porta aberta a diversas possibilidades que vão de encontro às reivindicações que entendo como de vontade de defender a dignidade do bom nome da APROSOC, mitigando a margem de manobra atualmente existente para o oposto.  O tempo será bom conselheiro e, numa próxima Assembleia Geral o assunto será colocado à votação e o que a maioria decidir será adotado, até lá apelo ao bom senso sem entrar em conflitos com quem quer que seja, devendo este princípio prevalecer pese embora o facto de admitir que nem sempre é fácil. Tomo contudo a decisão de, por cobro à chacota de que somos alvo pelo uso do prefixo “FÉNIX”, suspendendo-se o seu uso e, deixando a critério de cada um identificar-se como bem entenda, apelando-se a que o façam da forma como vislumbram que deva ser a adotada no futuro pela APROSOC, após a Assembleia Geral.

Contudo, pese embora existirem direitos inequívocos, entendo à partida que não é desejável/recomendável o uso de tal prefixo mas, atendendo a que, e tal como invocado e bem por um nosso Associado, a própria organização que atualmente gere a rede “OÁSIS”, reconheceu publicamente o direito ao Associado 01 da APROSOC e mentor da Rede “OÁSIS” manter a sua ligação ao prefixo OÁSIS 01, embora por opção própria já não pertença à organização em causa, não pode aquela organização discriminar os demais Associados da APROSOC com dois pesos e duas medidas para a mesma situação, até mesmo pelo facto de ser a APROSOC a mentora do prefixo.

Quero por isso transmitir a todos os membros da APROSOC que sempre estarei do lado dos membros da APROSOC e que independente das repercussões que tal tenha em pessoas ou organizações externas à nossa Associação e que, defenderei acima de tudo os interesses dos associados da APROSOC, não me deixando influenciar por posições externas que resultem visões contrárias aos legítimos interesses e direitos da APROSOC (leia-se, dos seus Associados), ainda que isto signifique alguns cortes de relações, embora sinceramente deseje que não seja necessário chegar a tanto, até porque, acredito na amizade e lealdade das pessoas que alguns colegas hoje me disseram que alguns poderem eventualmente sentir-se desconfortáveis com a situação por estarem em ambas as Associações. Acredito que essa amizade e lealdade estará acima destas questões menores, ainda que não desprezíveis até por atentarem contra o bom nome da nossa Associação, defesa essa que regulamentarmente todos temos o dever de assegurar.

Quanto aos pareceres e contactos por parte da outra Associação em causa, não pesaram nas decisões futuras, porque tal como me dizia hoje um dos nossos Associados, “os assuntos da APROSOC, apenas a ela dizem respeito” e, acrescento, à Assembleia Geral devem competir e que, em circunstância alguma devem colocar em causa a total independência de que constitucionalmente esta como qualquer outra Associação goza.

Compreenderei que alguns membros da APROSOC que fazem também parte da outra organização se sintam desconfortáveis com o assunto, contudo, eu somente represento a APROSOC e somente defendo os interesses dos membros da APROSOC, cabendo eventualmente também a esses colegas alguma responsabilidade pela insatisfação de alguns dos nossos prezados Associados, quanto mais não seja pelo facto de estarem mais ativos nas atividades da outra organização do que nas atividades daquela que é génese de tudo isto.

A todos os que ousaram apelidar a Rede Fénix de “Rede Fónix”, ou os membros da APROSOC como tal, a decisão de eventual mudança futura de prefixo, será também uma consequência dessas ações, pelo que serão também responsáveis por tais eventuais alterações, sendo-nos indiferente que sejam ou não do vosso agrado.

Aos membros da outra organização que ousaram ofender o Presidente da Direção da APROSOC face aos seus apelos de ética, nomeadamente face à constatação de inconformidades técnicas, nomeadamente de potência e largura de banda usada no canal em uso, algumas das quais geradoras de notícias falsas de alcances que na realidade não foram concretizados com as potências legais, podem também considerar-se responsáveis pelo resultado futuro.

Não procuraremos de modo algum confrontos, mas também não os evitaremos com quem ouse denegrir a imagem pública e bom nome da APROSOC.
Permitam-me ainda lamentar que, tenha sido necessário recorrer a telefonemas individuais, muitos dos quais não atendidos pelas mais diversas razões, para tratar de um assunto que podia ser tratado através dos grupos que existiam nas redes sociais, contudo, há um aspeto muito positivo em todos os contactos telefónicos efetuados, o quão aprazível foi o contacto ainda que apenas por voz e, tomar conhecimento do estado de cada um dos colegas contactados. Agradeço por isso a todos, os minutos despendidos e a simpatia e cordialidade com que decorreu o diálogo com cada um dos contactados.

A APROSOC continua a ser um polo de agregação dos que partilham da nossa filosofia de ética e urbanidade, facto que a todos nos deve orgulhar, esta semana teremos uma vez mais contribuído para que mais três entusiastas das radiocomunicações se conheçam pessoalmente e partilhem a sua paixão pelas radiocomunicações, um dos elos de ligação nesta vossa humilde Associação.

Prefiro que me acusem noutra organização de faltar à palavra dada, do que me acusem na APROSOC de estar a deixar andar o que conduz a nossa Associação ao insucesso. Não quero, nem devo permitir que para que outros se sentirem bem, alguns Associados me vejam como aquele que é bom para toda a gente, mas que não o é para a APROSOC.

REITERO, não estou a incentivar ninguém a voltar ao prefixo “OÁSIS”, tal como não estou a proibir quem quer que seja de o fazer, porque entendo não ter essa legitimidade face aos argumentos apresentados.   

Termino parafraseando Rui Veloso “muito mais é o que nos une daquilo que nos separa”

A todos os meus agradecimentos pela atenção despendida, estamos juntos para o bem comum!

Cordiais saudações

João Paulo Saraiva
Presidente da Direção

LOUVOR

Estimados Associados

O nosso Vogal de Direção – Sérgio Matias, tem sido incansável no combate às interferências de que muitos se queixam mas que poucos agem e, que perturbam as comunicações de muitos. Hoje mesmo a ANACOM informou-o oficialmente da supressão de uma dessas fontes de interferência, um caso bem sucedido numa luta com muitas denuncias e muitos esforços para instar a ANACOM a fazer o que lhe compete na defesa do interesse público. Neste contexto, entendo ter o dever de louvar em nome da Associação, a sua luta num gesto simbólico que pretende demonstrar a incomensurável gratidão pelo trabalho que este nosso colega dirigente desenvolve com elevada competência e sentido de dever cívico, bem como agradecer o tempo e meios investidos nesta luta desgastante e muitas vezes inglória que desta vez teve um desfecho diferente.

Brinde de Adesão

Pontualmente a APROSOC oferece a alguns dos seus novos Associados e não só, equipamentos de radiocomunicações, com o objetivo de promover o desenvolvimento das radiocomunicações cidadãs. A analise de cada caso é efetuada pelo Presidente da Direção e tem por base o interesse e potencial para contribuírem para o aumento de atividade nas radiocomunicações cidadãs, potenciadora de novas adesões a esta forma de comunicar via rádio essencialmente em proximidade.

Desde 2015, são já mais de uma centena os rádios oferecidos pela APROSOC como brinde de adesão, incentivo ou preparação para emergência e, pretendemos manter esta prática que acreditamos ser conducente à melhor autoproteção.

Hoje mesmo mais um feliz contemplado recebe o seu primeiro rádio PMR446 quem será?

PORQUE A APROSOC EXTINGUE OU ABANDONA TÃO FREQUENTEMENTE GRUPOS FECHADOS NAS REDES SOCIAIS?

As Associações não estão imunes à espionagem industrial que no caso procura obter conhecimento no sector não lucrativo para lucrar, por outro lado, identificam-se regularmente pessoas que se associam a Associações mas que a elas não são leais e que exteriorizam informações que devem ser um privilégio reservado aos Associados.
São ainda por vezes detetados membros de outras Associações que se inserem no seio de uma Associação no intuito de “recrutar” Associados para Associações que dirigem, ou mesmo pessoas que se inserem numa Associação no único intuito de aprender o que creem suficiente para criar uma Associação concorrente.

Por estes e outros motivos, existe uma constante necessidade de manter vigilância sobre os grupos de comunicação interna e, sempre que tal se revele necessário, encerrá-los ou simplesmente abandoná-los, sucedendo-se a criação de novos grupos com os Associados que por um lado sejam identificados como leais e, por outro e não menos importante, manifestem interesse em estar em grupos de comunicação interna onde podem manter a comunicação e troca de informação privilegiada. A outra solução seria banir os visados dos respetivos grupos, contudo, esta é a solução que gera por vezes crispações desnecessárias ou processos morosos e dispendiosos e sempre penosos ao regular funcionamento da instituição, optando-se por isso por formas tendencialmente menos conducentes a confrontos e por isso mais pacíficas.

Destas ações resultam geralmente os pedidos de demissão por parte dos visados, ou mesmo a simples não renovação da condição de Associado, confirmando-se assim esta estratégia como uma das soluções possíveis e mais pacíficas para a mitigação deste fenómeno tão funesto ao sector social.

O instrumento de banir Associados de grupos, aplica-se com mais regularidade a Associados que não participam ativamente nos grupos e que, sendo membros de organizações “concorrentes”, participam ativamente nas atividades dessas em detrimento desta, fator que levanta suspeitas de deslealdade e gera a quebra de confiança que justifica a medida preventiva em causa.

Nenhuma das ações acima descritas orgulhará certamente qualquer dirigente Associativo, contudo, na atualidade torna-se uma inevitabilidade em organizações que se dedicam estatutariamente a assuntos sensíveis.

Por vezes são deixados de fora dos grupos de comunicação interna,  Associados sobre os quais não existem quaisquer suspeitas de deslealdade, contudo, porque se conhecer a sua indisponibilidade para acompanhar ou participar ativamente nesses grupos de comunicação interna, não deixando por isso de ser Associados de pleno direito e, no caso dos voluntários de proteção civil, não deixam por isso de ser contactados individualmente em caso de necessidade de mobilização, podendo, a qualquer momento que assim o entendam, solicitar a sua reintegração nos grupos do seu interesse. 

 

 APROSOC adota o prefixo “Fénix” para as radiocomunicações da Rede 73 em alusão ao mito da Fénix como símbolo de resiliência

O autor Carl Gustav Jung explica no seu livro “Símbolos da transformação” que o ser humano e a Fénix têm muitas semelhanças. Aquela criatura emblemática do fogo, capaz de ressurgir majestosamente das cinzas da sua própria destruição, também simboliza o poder da resiliência, essa capacidade inigualável de nos tornar seres mais fortes, corajosos e luminosos.

Para além de desejável, a capacidade de resiliência do ser humano é constantemente colocada à prova, ou seja, a capacidade de “renascer das cinzas”, leia-se recuperar de efeitos funestos e retornar à normalidade. É neste espírito que os radioperadores da APROSOC que até ao final do ano passado usavam o prefixo “OÁSIS” entretanto doado a outra Associação, passam a usar o prefixo “FÉNIX” no caso dos Associados da APROSOC e, o prefixo “SAFIRA” para os elementos externos à APROSOC que se revejam na filosofia do programa “Rede 73” e o pretendam integrar.

Reação da sociedade civil a fenómenos emergentes

A sociedade civil tem diferentes dinâmicas, é isso que possibilita que quando umas organizações acusam já algum desgaste, outras entrem em campo e, por vezes são umas a dar o primeiro passo e outras a dar os passos seguintes, outras vezes a primeiras a avançar foram a últimas que antes avançaram. Este movimento depende de diversos fatores e uns não são mais que outros por avançar antes ou depois, ou mesmo por não avançarem por entenderem por exemplo não ser sua vocação a intervenção necessária ou, não existirem condições de segurança ou recursos adequados à missão.
Há também organizações que face a determinadas missões atuam na sombra, por um lado por força da natureza da missão a desempenhar ou, por outro lado, para não fazerem aproveitamento de situações de sofrimento humano para se promoverem, podendo esta forma de participação ser ou não mais relevante do que aquelas que são do conhecimento público.