PROGRAMA APROSOC DE VOLUNTARIADO DE PROTEÇÃO CIVIL (PAVPC) (ADULTOS)

Programa em desenvolvimento

Âmbito territorial: Portugal Continental

A ação operacional da APROSOC desenvolve-se em Portugal continental.

Direção Técnica (os nomes não são mostrados para salvaguarda de dados pessoais);

  • Diretor de Emergência e Proteção Civil: Dr. NTB
  • Diretor de Emergência Médica: Doutor – PJAC
  • Diretor de Saúde: Dr. ABAT
  • Diretor de Emergência Biológica: em nomeação
  • Diretor de Enfermagem: Mestre Enfermeira – IMSM
  • Diretor de Operações: JPSAE
  • Diretor de Radiocomunicações: JMDPP

Oficiais de Ligação Estratégica à ANEPC

  • João Paulo Saraiva
  • Nelson Batista
  • João Plácido

Contacto alternativo de reserva
Na eventualidade de, em caso de acidente grave ou catástrofe, não ser possível o contacto entre a ANEPC e a APROSOC por via telefónica ou e-mail, o oficial de ligação da APROSOC estará tendencialmente contactável pelo canal do repetidor da Rede Estratégica de Proteção Civil (REPC) para aquela área em que a APROSOC se encontre a atuar ou pronta para tal, exceto se, por indicação do COS ou CDOEPC lhe for indicado outro canal de trabalho (por exemplo da Rede Operacional de Bombeiros). Para o efeito o indicativo de chamada será “APROSOC”, sucedido da localidade do T.O. em causa.

Objetivos do Programa a desenvolver:
Os objetivos do programa a desenvolver pelos Grupos e Agrupamento de Proteção Civil da APROSOC são coincidentes com os fins estatutários da Associação, ou seja:

“I. Na prossecução dos seus objetivos gerais, compete à APROSOC:

  1. Agregar cidadãos interessados nos assuntos da Proteção Civil, no sentido da sua autoproteção e da proteção, socorro e auxílio de proximidade aos seus semelhantes, outros seres vivos e bens;
  2. Fomentar a partilha do conhecimento conducente à preparação individual e familiar para prevenção, mitigação e intervenção face à previsível ou verificada ocorrência de acidente grave ou catástrofe, através da promoção de uma cultura de segurança coletiva a partir da responsabilização individual, no que à proteção civil é atinente;
  3. Fomentar o planeamento de emergência, a equipagem e treino individual e familiar dos cidadãos para a autoproteção;
  4. Defesa dos legítimos direitos dos cidadãos no acesso aos serviços de emergência e proteção civil, bem como aos cuidados de saúde, incluindo serviços de emergência médica intra/extra-hospitalar, de qualidade e atempados;
  5. Prevenir riscos coletivos inerentes a emergências, acidentes graves ou catástrofes, atenuar os seus efeitos, proteger e socorrer as pessoas, outros seres vivos e bens em perigo quando aquelas situações ocorram, sem nunca se substituir aos serviços e agentes de emergência e proteção civil, através dos seguintes eixos de atividade:
  6. a) Informação e formação das populações sobre a prevenção dos riscos coletivos e a minimização das consequências, visando a sua sensibilização em matérias de autoproteção;
  7. b) Proteção, Socorro, Salvamento e Assistência às pessoas, animais e bens em perigo a desenvolver por voluntários com competências técnicas, capacidades e disponibilidades próprias.
  8. c) Apoio à reposição da normalidade em situação de acidente grave ou catástrofe;
  9. As formas de atuação, no âmbito dos principais eixos acima enumerados, são as seguintes:
  10. Promoção de ações de sensibilização e de informação das populações no domínio da Proteção Civil e da autoproteção face a riscos;
  11. Realização de ações de formação cívica, orientadas para a educação para o risco e para a autoproteção no que à Proteção Civil é atinente (incluindo o socorrismo, a radiocomunicação, entre outras conexas);
  12. Enquadramento de voluntários a título individual, incluindo voluntários informais que se revelem indispensáveis para resposta a situações decorrentes de estados de necessidade em contexto de Emergências de Proteção e Socorro, aproveitando os saberes, competências, capacidades e disponibilidades próprias de cada um;
  13. Reforço da difusão de avisos às populações com recurso a meios próprios de comunicação;
  14. A realização e participação em exercícios e simulacros de proteção civil, socorrismo, radiocomunicações e outras atividades conexas;
  15. Auxílio à reabilitação de redes e serviços específicos;
  16. Apoio na logística de suporte às operações de socorro e de apoio às pessoas e outros seres vivos afetados;
  17. Auxílio na instalação, manutenção, desinstalação e guarnição de estruturas temporárias necessárias às operações;
  18. Promoção das Radiocomunicações Cidadãs (CB 27 MHz (citizens band), PMR446 (personal mobile radio446 MHz), amadoras e outras, como redes alternativas à inexistência permanente ou temporária das telecomunicações de acesso público;
  19. Investigação para apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico das radiocomunicações, orientada pelas necessidades do voluntariado de proteção civil e da autoproteção das populações;
  20. Apoio às radiocomunicações de emergência, como alternativa na falha ou inexistência de telecomunicações de acesso público em caso de acidente grave ou catástrofe, possibilitando a ponte entre os cidadãos a necessitar de auxílio e/ou socorro e os serviços e agentes de emergência e proteção civil;
  21. Apoio ao desenvolvimento de ações de busca, salvamento, movimentação das populações afetadas e de proteção de animais e bens, da propriedade e do ambiente;
  22. Apoio social e psicológico às vítimas de acidente grave, catástrofe, ou no combate à simples exclusão ou isolamento social;
  23. Realização de ações de avaliação e reconhecimento de perigos, vulnerabilidades ou danos;
  24. Assistência, prevenção, socorro pré-hospitalar, solidariedade social e ajuda humanitária em situações de urgência ou emergência face a acidente grave ou catástrofe;
  25. Colaboração em outras ações de apoio integradas no Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro;
  26. Observação cívica da adequação e condução das políticas estratégicas no âmbito das atividades vocacionais desta Associação (Saúde, Emergência, Proteção Civil e outras conexas) orientada pelos legítimos interesses e direitos dos cidadãos e das organizações, conducente à apresentação de estudos, relatórios e propostas de soluções junto do poder político instituído nos seus diferentes patamares territoriais e das demais entidades competentes.”

Recursos Humanos e Materiais
Para materialização das ações a desenvolver, a APROSOC conta com as competências profissionais e extracurriculares próprias dos seus Associados, bem como com as capacidades individuais de cada um deles, nos meios técnicos de: socorro, salvamento, apoio, logística, formação, radiocomunicações, telecomunicações, informática, estruturas de campanha, transportes, energia, manutenção, proteção individual, entre outros, que colocam à disposição da Associação, e que o líder de cada missão assegura corresponderem às exigências técnicas, legais e de segurança para cada missão.

Constituem-se como recursos humanos da APROSOC que possam eventualmente desempenhar funções operacionais, todos os Associados singulares, maiores de idade e a quem a Direção reconheça idoneidade, constantes da lista anexa, sendo a sua afetação à missão dependente da adequação das suas competências técnicas comprovadas (pelos diretores técnicos), aptidões físicas e psíquicas, capacidades (equipamentos) e disponibilidades próprias.